De visita a Xangai, Sam Hou Fai teve um encontro com Chen Jining, secretário do Comité Municipal de Xangai do Partido Comunista Chinês, e com Gong Zheng, presidente do município daquela cidade. Na reunião, o Chefe do Executivo da RAEM sugeriu o reforço da “cooperação pragmática” entre as duas partes.
No encontro, Sam Hou Fai lembrou que “Macau e Xangai têm mantido relações estreitas”, e o intercâmbio e a cooperação bilateral “têm vindo a enriquecer e expandir”. A cooperação entre as duas cidades tem alcançado “resultados notáveis nos domínios das finanças, inovação científica e tecnológica, cultura e turismo, convenções e exposições, juventude e educação”, referiu.
Citado num comunicado divulgado pelo Governo da RAEM, o Chefe do Executivo propôs o desenvolvimento conjunto de “projectos de investigação especializada a nível de ciência e tecnologia”, o aprofundamento da cooperação financeira transfronteiriça, a integração dos recursos educacionais para formar quadros qualificados multidisciplinares, a promoção em conjunto os itinerários “multi-destinos” no mercado internacional, bem como o reforço do desenvolvimento em sinergia da indústria das convenções e exposições.
Sam Hou Fai defendeu também que “Macau e Xangai podem apostar no desenvolvimento conjunto da indústria de tecnologia de ponta, especialmente para impulsionar o reforço da cooperação e intercâmbio das empresas de tecnologia e das instituições académicas entre as duas cidades”. Além disso, sugeriu a realização de projectos de cooperação no âmbito da integração aprofundada entre Indústria-Academia-Investigação e da transformação de tecnologia de ponta em resultados práticos para “ajudar as empresas de Macau a alcançarem novas conquistas e as empresas de tecnologia de Xangai a encontrar novas oportunidades de desenvolvimento”.
Sam Hou Fai indicou que Xangai e Macau “reúnem vantagens evidentes no desenvolvimento regional”. O Chefe do Executivo afirmou que as duas partes “encontram maiores oportunidades de desenvolvimento” e disse esperar que “Xangai continue a apoiar Macau a impulsionar a diversificação adequada da economia e tire pleno proveito de Macau como plataforma entre a China e os países da língua portuguesa, no sentido de alargar e aprofundar o intercâmbio e a cooperação com os países da língua portuguesa e alcançar benefícios mútuos”.











