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      Governo atribuiu 40 milhões de patacas em subsídios ao sector da educação no primeiro trimestre  

      O Fundo Educativo e a Fundação Macau aprovaram, respectivamente, mais de 2,8 milhões de patacas e 37 milhões de patacas em apoios financeiros no primeiro trimestre deste ano para o sector da educação. Os projectos abrangem bolsas para alunos e subsídios para escolas secundárias e universidades. Por exemplo, a Fundação Macau destinou 2,4 milhões à subsistência, propinas e alojamento dos filhos dos trabalhadores da indústria aeroespacial da China, e 1,8 milhões para os alunos dos países e regiões lusófonas. Ao mesmo tempo, o organismo recebeu o reembolso da bolsa dos alunos locais em 3,2 milhões de patacas.

       

      Os fundos do Governo de Macau concederam mais de 40 milhões de patacas em apoios financeiros ao sector da educação no primeiro trimestre deste ano. O Fundo Educativo aprovou 12 projectos beneficiários, que totalizaram mais de 2,8 milhões de patacas. Já a Fundação Macau subsidiou 25 projectos relativos ao ensino, que totalizam mais de 37 milhões de patacas.

      Os principais planos educativos destinatários de assistência financeira da Fundação Macau foram as despesas de funcionamento da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau do passado ano lectivo, com 12,3 milhões de patacas; as bolsas de mérito especial para 57 alunos em 6,4 milhões de patacas; bem como apoio financeiro de 5,4 milhões de patacas para as obras de ampliação da Escola da Ilha Verde, seguindo-se bolsas de estudo destinadas aos filhos dos trabalhadores da indústria aeroespacial da China, em mais de 2,4 milhões de patacas.

      No primeiro trimestre deste ano, houve 39 filhos dos trabalhadores da indústria aeroespacial no interior da China que foram beneficiados pelo apoio financeiro. Segundo a plataforma de divulgação pública das informações de apoio financeiro público, da tutela do Gabinete para o Planeamento da Supervisão dos Activos Públicos da RAEM, o conteúdo do plano prevê a atribuição de um “subsídio de subsistência, subsídios para propinas e alojamento” aos filhos de profissionais aeroespaciais chineses. Nesse sentido, cada aluno recebeu 62 mil patacas de subsídio entre Janeiro e Março do ano corrente.

      O programa de Bolsas de Estudo destinadas aos Filhos dos Trabalhadores da Indústria Aeroespacial da China foi lançado em 2013 pela Fundação Macau, com 15 vagas iniciais, cuja elegibilidade inclui a recomendação pela Fundação Aeroespacial da China e a obtenção da admissão nas instituições do ensino superior de Macau. A Fundação Macau acredita que o plano “expande a profundidade e amplitude da formação de talentos e intercâmbios e cooperação entre Macau e o Continente, demonstrando também o apoio do Governo e dos cidadãos de Macau para a indústria aeroespacial da pátria”.

      Recorde-se que, no período homólogo do ano passado foram subsidiados 45 alunos, num valor superior a 1,4 milhões de patacas. A Fundação Macau atribuiu um total de 5,8 milhões de patacas no ano passado ao referido plano.

      Entre os projectos subsidiados, os dois fundos atribuíram ainda bolsas para os estudantes internacionais, nomeadamente dos países asiáticos e países de língua portuguesa. O Fundo Educativo subsidiou, no primeiro trimestre do ano, 25 alunos dos países de língua portuguesa e dos países da Associação das Nações do Sudeste Asiático, em 600 mil patacas. Quanto à Fundação Macau, foram concedidas bolsas a 32 estudantes dos países e regiões lusófonos e da Namíbia, com um montante de 1,8 milhões de patacas.

      Consultando o balanço da Fundação Macau, além dos alunos subsidiados, há também estudantes que foram alvo de devolução da bolsa. No primeiro trimestre, 41 alunos das Bolsas de Mérito Especial reembolsaram 2,9 milhões de patacas, enquanto cinco alunos do Projecto de Continuação dos Estudos em Portugal dos Alunos que completam o Ensino Secundário devolveram 323 mil patacas à Fundação. Os dois planos em causa são destinados a jovens residentes que tenham estudado em Macau e prossigam o estudo nas instituições do ensino superior de renome no exterior, incluindo Portugal.