Edição do dia

Quarta-feira, 28 de Fevereiro, 2024
Cidade do Santo Nome de Deus de Macau
nuvens dispersas
15.9 ° C
18.9 °
15.9 °
77 %
2.1kmh
40 %
Qua
20 °
Qui
21 °
Sex
17 °
Sáb
15 °
Dom
20 °

Suplementos

PUB
PUB
Mais
    More
      Início Ásia Líder norte-coreano presta homenagem a soldados mortos na Guerra da Coreia

      Líder norte-coreano presta homenagem a soldados mortos na Guerra da Coreia

      O líder da Coreia do Norte visitou um cemitério militar em homenagem aos soldados mortos na Guerra da Coreia, na véspera do 70.º aniversário da assinatura do acordo do armistício. Esta foi a primeira vez que Kim apareceu publicamente nos últimos 37 dias.

       

      Kim Jong-un visitou um cemitério militar em homenagem aos soldados mortos na Guerra da Coreia (1950-1953), na véspera do 70.º aniversário da assinatura do acordo do armistício, informaram ontem os meios de comunicação estatais.

      O líder da Coreia do Norte visitou na terça-feira o Cemitério dos Mártires da Guerra de Libertação da Pátria (nome dado à guerra na Coreia do Norte), nos arredores de Pyongyang, acompanhado pelo ministro da Defesa norte-coreano, Kang Sun-nam, e por outros militares norte-coreanos, disse a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.

      Durante a visita, Kim disse que o “milagre de 27 de julho” é uma “grande vitória de significado na história da humanidade, uma vez que infligiu uma desgraça e uma derrota eternamente indeléveis ao imperialismo norte-americano, o chefe da agressão, e impediu uma nova guerra mundial”, acrescentou a KCNA.

      Esta foi a primeira vez que Kim apareceu publicamente nos últimos 37 dias, depois de ter participado numa reunião plenária em 19 de Junho, acompanhado pela irmã, Kim Yo-jong.

      Nas imagens partilhadas pela KCNA, Kim pode ser visto a fazer uma vénia solene e a depositar uma coroa de flores no cemitério, antes de visitar também um cemitério dedicado às vítimas chinesas da guerra.

      A Grande Guerra de Libertação da Pátria é o nome dado no país asiático à Guerra da Coreia, que terminou a 27 de julho de 1953 com a assinatura de um cessar-fogo, considerado o mais longo do mundo, por nunca ter sido, até hoje, seguido por um acordo de paz.

      A Coreia do Norte costuma celebrar o aniversário desta guerra com um feriado chamado “Dia da Vitória”, já que a narrativa do regime afirma que foi um triunfo norte-coreano porque obrigou os Estados Unidos, a Coreia do Sul e as outras forças aliadas a pedir um armistício.

      O conflito entre o Norte e o Sul, iniciado a 25 de junho de 1950, causou milhões de mortos, sobretudo civis, e dividiu a península e famílias. A última reunião familiar transfronteiriça realizou-se em 2018, permitindo um encontro durante três dias.

      Actualmente, as tensões continuam vivas entre os dois países vizinhos, enquanto a Coreia do Sul e os Estados Unidos reforçaram a cooperação militar.

      A 21 de Julho, Seul advertiu Pyongyang que a utilização de armas nucleares significaria “o fim” do regime de Kim Jong-un, na sequência da ameaça de represálias nucleares feita pela Coreia do Norte perante os crescentes destacamentos militares norte-americanos na península.

      Nos últimos dois anos, a Coreia do Norte realizou um número recorde de testes de armamento, depois de ter fracassado a tentativa do ex-Presidente norte-americano Donald Trump (2017-2021) de chegar a um acordo com Kim Jong-un sobre desarmamento. Lusa

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau