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      Prémio de Revelação Literária UCCLA/CML agracia duas obras pela primeira vez  

      No ano em que a capacidade de atracção do Prémio Literário UCCLA-CML ampliou-se a todos os continentes, totalizando 19 países, incluindo os países lusófonos, o júri decidiu atribuir o primeiro prémio a duas obras ‘ex aequo’: “Breviário de Medo e Malícia”, do português Leonel Araújo Barbosa, e “Sentido Litoral”, do brasileiro André Bazzoni Bueno.

       

      As obras “Breviário de Medo e Malícia”, do autor português Leonel Araújo Barbosa, e “Sentido Litoral”, do escritor brasileiro André Bazzoni Bueno, venceram a oitava edição do Prémio de Revelação Literária União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa/Câmara Municipal de Lisboa (UCCLA/CML) – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa, anunciou a organização em nota de imprensa.

      Uma novidade, portanto. Pela primeira vez, o júri do Prémio de Revelação Literária UCCLA/CML – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa decidiu atribuir o primeiro prémio a duas obras “com igual mérito”, conforme referiu a UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, na mesma nota, enviada às redacções.

      Leonel Araújo Barbosa, de 38 anos, é residente em Lisboa, enquanto André Bazzoni Bueno, de 44 anos, é residente em Santa Cruz Cabrália, na Bahia.

      O júri, composto por Domício Proença, do Brasil; Germano Almeida, de Cabo Verde; Hélder Simbad, de Angola; Inocência Mata, de São Tomé e Príncipe; Pires Laranjeira, de Portugal; Luís Carlos Patraquim, de Moçambique, Luís Costa, de Timor-Leste, Tony Tcheka, da Guiné Bissau; Yao Feng, de Macau; pelo Movimento 800 anos da Língua Portuguesa – João Pinto Sousa; pela UCCLA – Rui Lourido, decidiu também atribuir duas menções honrosas, também em ‘ex aequo’, à obra “Os Poemas Figurativos”, da autoria de Paulo Jorge Monteiro Marques, de 52 anos, nacionalidade portuguesa, residente em Portugal, e a “Sete Contos Insensatos”, escrito por Emanuel Vasconcelos Barbosa, de 56 anos, com dupla nacionalidade portuguesa e cabo-verdiana, igualmente a viver em Portugal.

      Ainda na mesma nota, a UCCLA refere que nesta edição foram apresentadas 301 candidaturas ao prémio, oriundas de África (países de língua portuguesa), América (Estados Unidos da América e Brasil), Ásia (Macau, China e Timor-Leste) e Europa (Alemanha, Bélgica, Espanha, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Polónia, Reino Unido e Suíça). O Brasil continua a ser o país com o maior número de inscrições, logo seguido por Portugal.

      Desde a primeira edição, o prémio tem vindo a consolidar-se como “o maior, a nível de candidaturas, num concurso de revelação literária de todo o espaço da Língua Portuguesa”. A UCCLA sublinhou, igualmente, que ao concurso só pode concorrer “quem nunca editou uma obra literária”. “Tem sido um sucesso, no seu objectivo de promover a escrita entre jovens, que ultrapassa os 50% dos candidatos, sendo que as mulheres ultrapassam os 30%. Por outro lado, conseguimos um diálogo de gerações, atraindo ao nosso concurso inúmeros escritores seniores, com idades entre os 70 e os 80 anos”, considera a entidade.

      As obras vencedoras do primeiro prémio serão agora publicadas pela Guerra e Paz Editores e estarão à venda nas livrarias de Portugal.

       

       

      Olivença vai celebrar o Dia da Língua Portuguesa

       

      Numa organização conjunta entre a cidade de Olivença e a União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), terá lugar no próximo dia 5 de Maio a celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa, com um vasto programa de eventos institucionais e culturais, no Convento de São João de Deus e Castelo de Olivença, anunciou a UCCLA em comunicado. “Tendo presente a importância da data, o facto da língua portuguesa ser das mais faladas no mundo, de milhares de oliventinos com ascendência portuguesa terem dupla nacionalidade, e de referências identitárias portuguesas estarem bem presentes no património imobiliário histórico, o município de Olivença entendeu promover, pela primeira vez em parceria com a UCCLA, uma iniciativa com um vasto programa dada a sua relevância”, referiu Vítor Ramalho, secretário-geral da UCCLA, citado pelo comunicado. De acordo com o programa da celebração, o evento contará com a presença de escritores como Mia Couto, Márcia Souto, José Eduardo Agualusa e João Morgado, que apresentará em Olivença a segunda edição do livro “Contos de Macau”. António Sampaio da Nóvoa, enquanto embaixador da UNESCO, Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, José Ribeiro e Castro, coordenador do Movimento 2014/800 anos da Língua Portuguesa, estão entre os muitos outros convidados e personalidades.

       

      Vencedores anteriores do Prémio UCCLA

       

      2022 – Caligrafia, de Alexandre Siloto Assine, brasileiro, de 34 anos, residente em Campinas, residente em São Paulo, Brasil, ed. Guerra e Paz

       

      2021 – O Sonho de Amadeu, de Leonardo Costa Oliveira, Brasileiro, ed. Guerra e Paz

       

      2020 – O Heterónimo de Pedra, de Henrique Reinaldo Castanheira, Português, ed. Guerra e Paz

       

      2019 – “Praças”, de António Pedro Serrano de Sousa Correia, Português e natural de Angola, ed. A Bela e o Monstro

       

      2018 – “Equilíbrio Distante”, de Óscar Maldonado, de nacionalidade Paraguaia, a residir em São Paulo, no Brasil, ed. A Bela e o Monstro

       

      2017 – “Diário de Cão” de Thiago Rodrigues Braga, de nacionalidade Brasileira, natural de Corumbá, Goiás, Brasil, ed. A Bela e o Monstro

       

      2016 – “Era uma vez um Homem” de João Nuno Azambuja, de nacionalidade Portuguesa, ed. A Bela e o Monstro