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      InícioPolíticaMa Io Fong quer mais apoios regulares e acessíveis para empresas sociais

      Ma Io Fong quer mais apoios regulares e acessíveis para empresas sociais

      O deputado Ma Io Fong pediu ao Governo para aperfeiçoar a exploração das empresas sociais, como forma de apoiar os grupos desfavorecidos na comunidade, sobretudo tornar os planos de apoio mais abrangentes e regular e criar medidas para garantir locais de instalação para operação.

      Numa interpelação apresentada à Assembleia Legislativa, o deputado citou que, nas três fases de plano de apoio financeiro a empresas sociais, lançadas pelas autoridades, foram apenas criadas duas empresas sociais nas primeiras duas fases, e foram aprovados dois projectos no plano de apoio financeiro a empresas sociais para idosos em 2019, que fornecem 16 postos de trabalho a tempo inteiro e 6 a tempo parcial aos trabalhadores idosos.

      “Para além de preencherem os requisitos específicos, as empresas requerentes têm ainda de apresentar os pedidos dentro de um determinado prazo”, referiu o deputado ligado à Associação das Mulheres, acrescentando que os requisitos de admissão nos programas de apoio limitam o interesse de organizações e indivíduos para explorarem empresas sociais, prejudicando assim o desenvolvimento sustentável dessas empresas. Ma espera que o Governo promova mais planos de subsídio com admissão mais abrangente e com carácter regular, permanente e contínuo.

      Ma Io Fong, por outro lado, notou que os planos anteriores visam subsidiar as despesas de capital na fase inicial da criação das empresas sociais, bem como as despesas do seu funcionamento nos primeiros dois ou três anos. Contudo, poderão não ter um local estável e adequado para a operação durante um longo prazo. Nesse sentido, o parlamentar questiona se as autoridades adoptarão formas de financiamento, como arrendar as propriedades desocupadas do Governo ou espaços de projectos públicos com valores mais favoráveis.

      Por último, o deputado considera que as empresas sociais podem proporcionar aos grupos sociais fragilizados e aos portadores de deficiência mais oportunidade de estágio e emprego, pelo que a sociedade deve apoiar mais a abertura de empresas sociais e proteger o seu desenvolvimento. “Deve continuar a prestar esforço para as empresas sociais elevarem a sua qualidade e apoiá-las na reconversão e no aumento dos tipos de trabalho prestado, por forma a salvaguardar esse sector”, sugeriu.

       

      C.C.

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau