Líder da Coreia do Norte pede reforço da Marinha devido a “risco de guerra nuclear”

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North Korean leader Kim Jong Un (front) stands on the conning tower of a submarine during his inspection of the Korean People's Army (KPA) Naval Unit 167 in this undated photo released by North Korea's Korean Central News Agency (KCNA) in Pyongyang June 16, 2014. REUTERS/KCNA (NORTH KOREA - Tags: POLITICS MILITARY MARITIME TPX IMAGES OF THE DAY) ATTENTION EDITORS - THIS PICTURE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY. REUTERS IS UNABLE TO INDEPENDENTLY VERIFY THE AUTHENTICITY, CONTENT, LOCATION OR DATE OF THIS IMAGE. FOR EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS. THIS PICTURE IS DISTRIBUTED EXACTLY AS RECEIVED BY REUTERS, AS A SERVICE TO CLIENTS. NO THIRD PARTY SALES. NOT FOR USE BY REUTERS THIRD PARTY DISTRIBUTORS. SOUTH KOREA OUT. NO COMMERCIAL OR EDITORIAL SALES IN SOUTH KOREA - GM1EA6G1O2T01

 

O líder da Coreia do Norte pediu o reforço da Marinha, devido ao “risco de guerra nuclear”, noticiaram ontem os meios de comunicação oficiais do regime, quando Seul, Washington e Tóquio realizam exercícios navais conjuntos. Kim Jong-un criticou o aumento da cooperação trilateral entre os “líderes de gangues” dos Estados Unidos, da Coreia do Sul e do Japão “reunidos”, informou a agência de notícias oficial norte-coreana (KCNA), numa referência à recente cimeira em Camp David (EUA), onde o Presidente norte-americano, Joe Biden, recebeu o homólogo sul-coreano, Yoon Suk-yeol, e o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida. Esta foi a primeira vez que os líderes dos três países se reuniram numa cimeira independente. Kim Jong-un acusou Washington de estar “mais agitado do que nunca” com as manobras navais conjuntas e a continuação da instalação de meios nucleares estratégicos nas águas em torno da península coreana, indicou a KCNA. “Devido às ações imprudentes de confronto dos Estados Unidos, entre outras forças hostis, as águas em torno da península coreana foram forçadas a tornar-se o ponto mais concentrado de material de guerra do mundo, as águas mais instáveis com o risco de guerra nuclear”, disse Kim. “Conseguir desenvolver rapidamente a força naval tornou-se uma questão muito urgente, tendo em conta as recentes tentativas de agressão do inimigo”, afirmou. O jornal estatal norte-coreano Rodong Sinmun mostrou Kim Jong-un, numa fotografia com a filha, a inspeccionar o comando naval. Os EUA, a Coreia do Sul e o Japão intensificaram a cooperação em matéria de defesa nos últimos meses e deram início a um exercício conjunto de defesa antimíssil naval para contrariar as crescentes ameaças nucleares e de mísseis balísticos de Pyongyang. O exercício, realizado em águas internacionais ao largo da ilha sul-coreana de Jeju, envolveu contratorpedeiros equipados com sistemas de radar Aegis dos três países, informou a Marinha sul-coreana, em comunicado