Paul French
Destination Macau
Blacksmith Books
Depois de Shanghai e Pequim, Paul French revisita Macau, cruzando histórias de tanta gente daqui ou que por aqui passou, do pintor George Chinnery à escritora Deolinda da Conceição, e convocando episódios, alguns históricos, outros talvez ficcionais, mas que acabaram por ajudar a estabelecer a imagem do território.
Sónia Vespeira de Almeida
Construir a Revolução – O 25 de Abril e a dinamização cultural do MFA
Tinta da China
Este livro dá conta do papel que as Campanhas de Dinamização Cultural do Movimento das Forças Armadas tiveram no pós-25 de Abril. Militares e gente de muitas formações, homens e mulheres ligados à cultura, à ciência e a tantos saberes, andaram pelo país, ensinaram a ler e a escrever, ajudaram a construir infra-estruturas, envolveram-se em assembleias que decidiam o que fazia falta nesta ou naquela terra.
Marie Bardiaux-Vaïente e Carole Maurel
Bobigny 1972
Edições Asa
Em 1972, numa altura em que o aborto era criminalizado em França, Marie-Claire Chevalier, grávida na sequência de uma violação, foi denunciada por aborto clandestino pelo seu próprio agressor. O seu caso será um dos que contribuirá para um intenso movimento de reivindicação que acabará com a criminalização e esta é a história desse processo contada em banda desenhada.
Machado de Assis
Quincas Borba
Tinta da China
Na colecção Os Melhores Deles Todos, que tem vindo a publicar livros de autores brasileiros escolhidos por Clara Rowland e Abel Barros Baptista, a Tinta da China traz agora para as livrarias um dos mais extravagantes romances de Machado de Assis e um dos grandes monumentos literários da língua portuguesa.
Bruno Vieira Amaral
Toda a Gente Tem um Plano
Quetzal
O novo romance de Bruno Vieira Amaral é uma história sobre possibilidades perdidas, uma digressão pela vida de Calita, personagem de contornos trágicos que tem no passado e nas memórias um empecilho incontornável para a concretização dos seus sonhos.
Ana França
Lampedusa – Ir e não chegar
Tinta da China
Longa reportagem da jornalista Ana França sobre o naufrágio do dia 3 de Outubro de 2013 no Mediterrâneo, um dos muitos que têm feito deste mar um autêntico cemitério marinho. Foram 366 pessoas mortas ao largo dessa ilha da Sicília onde todos os anos tentam chegar milhares de pessoas que fogem da guerra, da miséria, da fome, de regimes opressivos, da violência ou dos efeitos catastróficos das alterações climáticas.













