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      Início Parágrafo Parágrafo #86 NAVEGAR É PRECISO

      NAVEGAR É PRECISO

       

      https://revistas.rcaap.pt/sdc/index

      Mesmo a fechar o ano, chegou às bancas virtuais mais um número da Sinais de Cena, a mais antiga revista portuguesa especializada em estudos teatrais e artes performativas em funcionamento.

      Nesta edição, a Sinais de Cena traz um dossier temático dedicado ao teatro de marionetas e formas animadas, com estudos sobre projectos de vários países, história das marionetas e algumas técnicas específicas desta forma teatral. Como se lê no editorial, o dossier temático «dedicado ao Teatro de Marionetas e Formas Animadas, coordenado pelos investigadores Catarina Firmo e Miguel Falcão, congrega estudos sobre esta forma teatral, que, tendo como ponto de partida e foco diferentes espaços geográficos e cronológicos, abordam múltiplos aspetos da produção e receção teatral das formas animadas, tanto na sua vertente mais clássica, como também do ponto de vista histórico e etnográfico. Transpondo a fronteira do Dossiê Temático, as marionetas e formas animadas irão visitar outras secções da revista.»

      Para além do dossier, há artigos e estudos diversos sobre teatro nas suas muitas expressões, uma entrevista a João Brites, fundador do teatro O Bando. Numa longa conversa com Ana Clara Santos, João Brites fala sobre o seu percurso e o da companhia que ajuda a dirigir, falando também do seu modo particular de encarar, viver e trabalhar o teatro: «Se não se consegue estar passivo a ouvir nunca se consegue ficar dependente. Eu só existo se o outro se meter comigo. No coletivo também é assim, é quando o outro interfere comigo que eu ganho convicção. Nos últimos anos, partilhei a direção da Cooperativa com o Raul Atalaia, o Guilherme Noronha, o Miguel Jesus. Atualmente é a Suzana Branco e o João Neca que estão comigo. Na vida, quero dizer, na realidade, personalidades tão diferentes como as nossas protagonizam processos coletivos de criação que insistem na ideia de que cada um só existe quando não se esquiva às perguntas e às respostas do outro.»

      Também em destaque nesta edição, há um portefólio dedicado ao trabalho do fotógrafo de cena Alípio Padilha, «A liberdade das imagens, pelos limites do corpo e do movimento». E há, como sempre, um conjunto de críticas a espectáculos e recensões sobre artes performativas.

      A Sinais de Cena é publicada pelo Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em colaboração com a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, e pode ser descarregada e lida gratuitamente a partir do site.

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau