Segundo os resultados do inquérito às necessidades de mão-de-obra e às remunerações referentes ao terceiro trimestre de 2021 publicados ontem pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), a remuneração média dos trabalhadores a tempo inteiro em Setembro do corrente ano cresceu, em comparação com o mês de Setembro do ano passado, “em virtude de a base de comparação ter sido relativamente baixa, dado que no mês homólogo do ano anterior a remuneração média desses trabalhadores desceu significativamente, devido a um grande número de trabalhadores de alguns ramos de actividade económica estarem em licença sem vencimento graças à pandemia da pneumonia causada pelo novo tipo de coronavírus”, explicam as autoridades.
Em Setembro deste ano a remuneração média destes trabalhadores cifrou-se em 18.500 patacas, isto é, +10,9%, em termos anuais. No entanto, no fim do terceiro trimestre de 2021 trabalhavam em hotéis 48.341 trabalhadores a tempo inteiro, registando-se um decréscimo de 10,1%, em relação ao fim do trimestre homólogo de 2020, informa a DSEC.
No período em análise, o número de trabalhadores a tempo completo da indústria de restauração decresceram 6,1%, em termos anuais, para 23.526. Já a remuneração média dos trabalhadores deste sector foi de 9.810 patacas, aumentada a 7,8%. Nas indústrias transformadoras, laboravam 8.448 trabalhadores a tempo completo, diminuíram 7,7%, em termos anuais, que tinham uma remuneração média de 11.930 patacas, acrescentada 11,8%.
Trabalhadores do serviço de creches são os únicos registaram uma tendência contrária, existiam 1.538 trabalhadores a tempo completom, aumentaram 0,9%, em termos anuais, cuja remuneração média alcançou 16.090 patacas, diminuída 1,5%.












