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      Início Economia Aplicações financeiras nos mercados internacionais decresceram 86,2%

      Aplicações financeiras nos mercados internacionais decresceram 86,2%

       

      No final de Setembro, a pataca ocupava uma quota de 0,6% e 0,7%, respectivamente, no total do activo e no total do passivo financeiro internacional. O total dos activos internacionais do sector bancário de Macau atingiu as 2.157,9 mil milhões de patacas. A actividade bancária internacional de Macau distribuiu-se principalmente pela Ásia e Europa.

       

      De acordo com as estatísticas publicadas ontem pela Autoridade Monetária de Macau (AMCM), a proporção da actividade internacional do sector bancário de Macau diminuiu no terceiro trimestre deste ano. Um comunicado de imprensa divulgado pela AMCM revela que a quota das aplicações financeiras nos mercados internacionais, no activo total do sistema bancário decresceu de 86,2%, taxa registada no final de Junho, para o nível de 85,9%, taxa reportada ao final de Setembro. Ao mesmo tempo, as responsabilidades internacionais no passivo total do sistema bancário desceram do nível de 83,9%, registado no final de Junho para o nível de 83,8%.

      A moeda não local é a unidade principal nas transacções bancárias internacionais. No final de Setembro, a pataca ocupava uma quota de 0,6% e 0,7%, respectivamente, no total do activo e no total do passivo financeiro internacional. O dólar de Hong Kong, o dólar dos Estados Unidos, renminbi e outras moedas representaram 33,6%, 44,8%, 16,2% e 4,9%, respectivamente, do total do activo internacional e 38,7%, 42,2%, 15,0% e 3,4%, respectivamente, do total da responsabilidade internacional.

      Também no final de Setembro, o total dos activos internacionais do sector bancário de Macau decresceu 0,9% relativamente ao trimestre anterior e registou um crescimento de 13,7% em relação ao ano anterior, tendo atingido 2.157,9 mil milhões de patacas. Sendo de assinalar um crescimento de 15,9%, correspondendo a 1.639,3 mil milhões de patacas das disponibilidades sobre o exterior e um crescimento de 7,3%, correspondendo a 518,6 mil milhões dos activos locais em moedas estrangeiras. Os empréstimos de entidades não bancárias sobre o exterior que constituíram a maior parte dos activos internacionais aumentaram 13,9%, tendo atingido 750,2 mil milhões de patacas.

      No âmbito das responsabilidades internacionais do sector bancário de Macau, o total atingiu as 2.104,1 mil milhões de patacas, tendo registado um decrescimento de 0,6% quando comparado com a taxa registada há três meses, mas aumentou 15,1%, relativamente ao ano anterior. Em relação ao ano anterior, sendo de assinalar um crescimento de 28,1%, correspondendo a 1.256,6 mil milhões das responsabilidades para com o exterior e um crescimento de 0,1%, correspondendo a 847,5 mil milhões de patacas das responsabilidades internas em moedas estrangeiras. Os depósitos em moedas estrangeiras dos residentes e do Governo da RAEM nos bancos locais continuaram a representar a maior componente no total das responsabilidades internacionais. Esses depósitos diminuíram 1,7%, relativamente ao ano anterior, tendo atingido 692,4 mil milhões no final de Setembro.

      A actividade bancária internacional de Macau distribuiu-se principalmente pela Ásia e Europa. Até final de Setembro, as quotas das disponibilidades do sistema bancário de Macau no interior da China e em Hong Kong, foram de 43,4% e 28,1%, respectivamente. Por exemplo, em relação ao Luxemburgo e a Portugal, ambos quotas foram de 0,9%, no total de activo exterior. Entretanto, as quotas das disponibilidades nos países de língua portuguesa e nos países localizados ao longo da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota” ocuparam 1,3% e 8,0%, respectivamente. Quanto ao passivo sobre o exterior, registaram quotas de 39,8% e 36,0% para o interior da China e Hong Kong, respectivamente. No que respeita ao passivo sobre o Reino Unido e a França, as suas quotas foram de 5,0% e 4,2% do total de passivo sobre o exterior. Relativamente aos países de língua portuguesa e aos países localizados ao longo da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota” registaram quotas de 0,6% e 7,6%, respectivamente.

       

      PONTO FINAL

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      Redacção do Ponto Final Macau

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