O Dia Internacional do Ioga é comemorado a 21 de Junho, dia que marca o solstício de Verão no hemisfério norte. O Artyzen Grand Lapa assinalou a ocasião ontem de manhã, no átrio do hotel, com uma sessão colectiva de ioga que reuniu mais de 120 participantes.
O evento, subordinado ao tema global deste ano “Yoga for One Earth, One Health” (traduzível como “Ioga para uma Terra, Uma Saúde”), foi orientado por mestres e instrutores do instituto Yoga Light e da Associação Geral Desportiva de Ioga de Macau. Ao longo de 70 minutos, os participantes praticaram as poses clássicas do ioga de estilo Hatha, caracterizado por movimentos mais suaves e adequados tanto a iniciantes como a entusiastas da modalidade.
Segundo um comunicado do Artyzen, a sessão começou com “alongamentos fundamentais, seguidos de várias rondas de Saudação ao Sol [uma sequência de doze posições] e uma série fluida de posturas de pé, ajoelhadas, sentadas, deitadas e em decúbito dorsal”. Enquanto praticavam os exercícios, os participantes foram convidados a prestar atenção à postura, à respiração e aos movimentos do corpo, numa “abordagem concebida para melhorar a flexibilidade, a concentração e a paz interior”.
Na cerimónia que antecedeu o evento, o director de Recursos Humanos do Artyzen Grand Lapa, Kent Chow, reforçou o compromisso do resort em “ajudar a comunidade a nutrir o corpo e o espírito através de experiências culturais e de bem-estar”, bem como a criar “momentos enriquecedores tanto para a comunidade de Macau como para os nossos hóspedes”.
Nos seus discursos, os representantes do Yoga Light, Rahul Hande e Yulia Tikhonova, centraram-se nas propriedades benéficas do ioga. “Mais do que movimento físico, é um modo de vida. Independentemente da idade, sexo ou condição física, o ioga ensina-nos a movermo-nos com consciência e a vivermos com intenção”, afirmou o mestre de ioga. Yulia Tikhonova prosseguiu esta linha de pensamento, referindo que “o ioga aumenta a flexibilidade, fortalece o nosso sistema imunitário e ajuda a pensar de forma mais positiva”.
O representante da comunidade indiana local, Kavi Khemlani, expandiu a reflexão sobre os objectivos desta prática milenar originária da Índia. “Não é apenas torcer os membros ou suster a respiração. É a exploração da mecânica da vida; uma experiência em que tudo se torna uno. Numa altura em que o mundo está a avançar rapidamente em termos de tecnologia, o ioga recorda-nos que devemos desenvolver uma consciência interior. É mais do que físico – liga-nos ao universo da verdadeira consciência”.
C.B.












