A taxa de natalidade continuou a diminuir no ano passado e marcou novamente um registo mais baixo da história. Em 2024, o número total de recém-nascidos foi de 3.603, menos 109 bebés (2,9%) comparando com o ano anterior.
O número foi avançado pelo director do Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ), Kuok Cheong U. Segundo o responsável, citado pelo canal chinês da Rádio Macau, a taxa de natalidade registou, assim, uma descida de 3,2% em termos anuais. Recorde-se que em 2023 nasceram no território 3.712 nados-vivos, com a taxa de natalidade a baixar para 5,5% e, neste sentido, a taxa de natalidade de 2024 deve situar-se em cerca de 5,32%.
A taxa de natalidade de Macau atingiu o pico em 2012 com 12,9% e marcou uma tendência de quebra contínua desde 2014. Em 2022 bateu pela primeira vez o recorde mais baixo de nascimentos dos últimos anos.
Entre os 3.603 recém-nascidos no ano passado, 1.555 nasceram no CHCSJ e 2.048 no Hospital Kiang Wu, informou Kuok Cheong U. O director do CHCSJ falou aos jornalistas à margem das visitas aos primeiros bebés do Ano Novo nos dois hospitais, sendo as duas bebés meninas e as primeiras filhas de dois casais residentes.
Em termos do “Programa de comparticipação no tratamento de procriação medicamente assistida”, que foi lançado há um mês, o também subdirector dos Serviços de Saúde revelou ter recebido, até 26 do mês passado, 221 candidaturas, número “semelhante ao previsto” pelas autoridades. Kuok Cheong U assegurou que os Serviços de Saúde já iniciaram a avaliação preliminar às candidaturas. O programa foi lançado no início do mês passado, destinado a apoiar casais com infertilidade e esterilidade e, no âmbito do subsídio, cada casal elegível pode receber serviços de procriação medicamente assistida por um período máximo de dois ciclos.











