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      Taxa de acesso ao ensino superior dos alunos do técnico-profissional foi de 90% em 2021/22

      No ano lectivo de 2021/2022, a taxa de acesso ao ensino superior dos alunos do ensino técnico-profissional foi de cerca de 90%, indicou a Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ), em resposta a uma interpelação escrita do deputado Ho Ion Sang. O organismo garantiu que vai incentivar as escolas a desenvolverem o ensino técnico-profissional.

      A Direcção dos Serviços de Educação e Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) indicou que, no ano lectivo de 2021/2022, a taxa do acesso ao ensino superior dos graduados do ensino técnico-profissional da educação regular foi de cerca de 90%. A informação foi dada numa resposta a uma interpelação escrita do deputado Ho Ion Sang.

      Na interpelação, o deputado pedia um maior desenvolvimento do ensino técnico-profissional. Na resposta, encaminhada ontem às redacções pelo deputado, a DSEDJ diz que tem vindo a optimizar os cursos de ensino técnico-profissional através da cooperação entre as escolas e as empresas. Segundo o organismo, as escolas têm vindo a ser incentivadas a assinarem uma carta de intenção de cooperação com quatro empresas. “Esta cooperação abrange os cursos de tecnologia electrónica, de tradução e linguagem, de culinária internacional e de técnicas de palco e produção de eventos, entre outros, de forma a criar boas condições ao prosseguimento dos estudos e ao emprego para os alunos que frequentam os referidos cursos”, lê-se na resposta assinada por Kong Chi Meng, director da DSEDJ.

      A DSEDJ informou também que nos últimos dez anos lectivos o número de alunos no ensino complementar diminuiu em 5.700, “devido à flutuação da taxa de natalidade”. Por isso, o número de alunos do ensino técnico-profissional também tem diminuído.

      “Actualmente, algumas escolas que ministram os cursos do ensino técnico-profissional estabelecem o mecanismo de cooperação com as instituições de ensino superior, criando condições favoráveis para os alunos que pretendem prosseguir os cursos do ensino superior correspondentes. Ao mesmo tempo, também existem graduados que são recrutados directamente depois dos estágios realizados através da cooperação entre as escolas e as empresas, em que os respectivos âmbitos profissionais incluem a culinária internacional e o design de moda, entre outros”, referiu a DSEDJ.

      Kong Chi Meng assinala também que, actualmente, “algumas escolas já configuram os cursos de acordo com as características profissionais dos cursos do ensino técnico-profissional, como por exemplo, criam as disciplinas do Inglês profissional com características do ensino técnico-profissional”.

      Segundo o director da DSEDJ, a organização dos estágios profissionais dos alunos do técnico-profissional é agora mais flexível e, além disso, “as escolas podem criar, de forma flexível, os cursos do ensino técnico-profissional da própria escola, de acordo com a natureza das áreas do técnico-profissional, o desenvolvimento da sociedade, a necessidade do sector e as capacidades dos alunos”.

      A DSEDJ termina dizendo que o “ensino técnico-profissional é uma reflexão da diversidade dos cursos do ensino secundário” e que, no futuro, “a DSEDJ irá continuar a incentivar as escolas para desenvolverem o ensino técnico-profissional que é necessário para o desenvolvimento da sociedade, para que os alunos possam escolher a frequência dos cursos adequados de acordo com a sua vontade individual e o planeamento da carreira”.