Mais fracções habitacionais transaccionadas

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No primeiro trimestre deste ano, foram transaccionadas 573 fracções autónomas habitacionais (mais 48, em termos trimestrais) pelo valor de 3,34 mil milhões de patacas (mais 16,7%), indica a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).

Destas, 530 eram fracções autónomas habitacionais de edifícios construídos (mais 20,7%) que se cifraram em 3,11 mil milhões de patacas (mais 27,6%) e 43 eram fracções autónomas habitacionais de edifícios em construção (menos 50%), cujo valor foi de 230 milhões de patacas (-45,7%).

A DSEC diz também que, no trimestre em análise, o preço médio por metro quadrado (área útil) das fracções autónomas habitacionais globais (85.004 patacas) desceu 4,8%, em termos trimestrais. Salienta-se que os preços médios das fracções autónomas habitacionais sitas na península de Macau (81.807 patacas), na Taipa (88.989 patacas) e em Coloane (102.302 patacas) baixaram 1%, 8,1% e 1,9%, respectivamente.

O preço médio das fracções autónomas habitacionais de edifícios construídos situou-se em 83.563 patacas, menos 3,3%, em termos trimestrais. Realça-se que estas fracções autónomas foram transaccionadas sobretudo na “Baixa da Taipa” (82), nos “Novos Aterros da Areia Preta (NATAP)” (65) e na “Barca” (41), pelos preços médios por metro quadrado de 87.249 patacas, 92.941 patacas e 55.318 patacas, respectivamente. O preço médio das fracções autónomas habitacionais de edifícios em construção fixou-se em 109.805 patacas, mais 1,1%, em termos trimestrais.

O preço médio por metro quadrado (área útil) das fracções autónomas destinadas a escritórios foi de 70.620 patacas e o das fracções autónomas industriais cifrou-se em 43.353 patacas, tendo descido 6,4% e 3,6%, respectivamente, em termos trimestrais.