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      Governo diz que tempo de espera para consulta externa especializada no CHCSJ foi reduzido em 20%

      O Instituto de Acção Social assegura que, entre Janeiro e Outubro do ano passado, o tempo médio de espera para a primeira consulta na consulta externa especializada do hospital público foi de 6,2 semanas, equivalente a uma redução de mais de 20%. Em resposta a uma interpelação escrita do deputado Leong Hong Sai, o IAS também adiantou que serão criadas mais 200 vagas nos lares de idosos nos próximos dois anos.

      Entre Janeiro e Outubro de 2022, o tempo médio de espera para a primeira consulta na consulta externa especializada do Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ) foi de 6,2 semanas, equivalente a uma redução de mais de 20% face a 7,9 semanas do período homólogo do ano anterior. A garantia foi dada pelo Instituto de Acção Social (IAS) em resposta a uma interpelação escrita do deputado Leong Hong Sai, sobre os mecanismos de protecção aos idosos.

      De forma a “satisfazer cabalmente a procura de serviços médicos resultante do progressivo envelhecimento da população”, os Serviços de Saúde estão a “encurtar activamente o tempo de espera nas consultas externas especializadas, através da implementação de medidas, tais como, alargamento do horário de serviços de consulta externa, aumento dos períodos da consulta externa, abertura de consulta externa extra nos fins de semana e o incremento das vagas da primeira consulta externa”, explica o IAS na resposta à interpelação.

      Por outro lado, adiantam as autoridades, “nos próximos dois anos, ir-se-á recorrer a obras de construção e de ampliação para a criação de cerca de 200 vagas nos lares de idosos, por forma a que o número total de vagas disponíveis nos lares de idosos atinja 2.700”.

      O IAS lembra também que serão reservados espaços nas habitações públicas a construir e noutros terrenos do Governo para a criação de lares de idosos. Recorde-se de que está prevista a criação, na Zona A dos novos aterros, de cerca de 900 vagas dos serviços de lares de idosos.

      “Importa sublinhar que, para além dos lares de idosos, o Governo da RAEM tem vindo a empenhar esforços para a criação de diferentes equipamentos de serviços de apoio comunitário, designadamente, os serviços integrados de cuidados domiciliários, serviço diurno de enfermagem e apoio a cuidadores, por forma a prestar aos idosos necessitados e suas famílias serviços de cuidados no domicílio e a nível comunitário”, assinala o IAS.

      O organismo garante que, aquando da elaboração dos planos de pormenor das zonas a serem construídas, serão tidos em conta os pareceres dos serviços utentes e as circunstâncias concretas do desenvolvimento urbano, “de modo a, através da utilização mista de terrenos, proporcionar equipamentos sociais que não exijam a ocupação exclusiva de um terreno com a respectiva finalidade, assim como melhorar a acessibilidade aos mesmos, satisfazendo as necessidades de diferentes grupos etários da sociedade”.

      O IAS também diz na resposta a Leong Hong Sai que, até Outubro de 2022, o Grupo Director Interdepartamental do Mecanismo de Protecção dos Idosos concluiu as 345 medidas de curto e médio prazo e deu início a 69 medidas de longo prazo, de entre as 100.

      Em 2023, este grupo irá dar início ao trabalho da fase seguinte, pelo que “irá recorrer à avaliação da situação de vida da população sénior e das suas necessidades quanto aos serviços, assim como à realização de um estudo geral sobre o futuro desenvolvimento dos serviços de apoio à população sénior de Macau, com base na experiência obtida na execução do referido plano de acção”.