O deputado nomeado Pang Chuan expressou o desejo de ver mais estudantes do interior da China nas universidades de Macau. Na reunião plenária de ontem da Assembleia Legislativa (AL), Pang Chuan começou por assinalar que há “mais de 100 mil estudantes do interior da China na Austrália, mais de 200 mil no Reino Unido e 300 mil nos Estados Unidos” e atirou: “Em vez de estudarem em países que não são amigáveis, podem fazê-lo em Macau”. “Podemos acolher mais estudantes do interior da China para aqui receberem ensino de qualidade”, salientou o vice-reitor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau (MUST, na sigla em inglês).
Na resposta, o Chefe do Executivo concordou que “os alunos que vêm do interior da China para Macau podem contribuir para o desenvolvimento do turismo e dos outros sectores”. Ho Iat Seng lembrou mesmo que “há regiões que têm como a sua indústria principal o ensino superior”.
“Este é um rumo que podemos seguir no nosso desenvolvimento”, referiu, acrescentando: “Vamos manter o diálogo com os serviços competentes do interior da China para, assim, acolhermos mais alunos do continente”. “As instituições de ensino superior locais servem principalmente os locais, mas podemos aumentar a proporção dos alunos de interior da China para 30% nas universidades públicas”, afirmou.
No entanto, o Chefe do Executivo frisou que a prioridade são os alunos de Macau, tal como no que acontece no acesso ao emprego. “Não só os postos de trabalho são reservados a locais, mas também vagas no ensino superior também temos de reservar para estudantes locais”, reiterou o Chefe do Executivo.











