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      DSAMA promete rede de canalização da água reutilizável ainda este ano

      A construção das instalações e da rede de canalização da água reutilizável, segundo o definido nas Linhas de Acção Governativa, vem melhorar os trabalhos de poupança de água, assume a Direcção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Água. Para aumentar a capacidade de armazenamento de água no território, o Governo vai concluir, em 2023 e 2026 respectivamente, a ampliação da barragem de Ká Hó, bem como do reservatório de Seac Pai Van. Depois disso, a RAEM terá uma capacidade total de armazenamento de água de cerca de 3,12 milhões de metros cúbicos.

       

      Num território tão pequeno como o de Macau, quaisquer recursos hídricos são de importância redobrada. Terminado o estudo sobre o ‘Plano de Desenvolvimento Relativo ao Fornecimento de Água Reutilizável’, a Direcção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Água (DSAMA) afirmou, agora, em resposta a uma interpelação escrita da deputada Song Pek Kei, que se mostrou preocupada com a implementação do programa de poupança de água, que ainda este ano ficará concluída “a construção das instalações e da rede de canalização da água reutilizável, segundo o definido nas Linhas de Acção Governativa”.

      Song Pek Kei, assumindo algum trabalho de campo bem feito pelo Governo, como as instalações de abastecimento de água reciclada no Cotai, em Seac Pai Van e no campus da Universidade de Macau na Ilha de Hengqin, considera que, devido às limitações ambientais em Macau, “o trabalho de poupança de água não tem sido efectivamente melhorado, e Macau ainda se encontra numa fase inicial quanto ao aproveitamento de recursos hídricos reciclados”. “Devido à falta de critérios precisos, o andamento dos trabalhos foi afectado e não foi possível concluir a respectiva legislação complementar. Mais, por causa dos problemas relacionados com a qualidade da água e do ambiente de Macau, a eficácia da reciclagem de água tem vindo a diminuir constantemente”, referiu a deputada, que exortou as autoridades a “definir claramente o plano de desenvolvimento e aperfeiçoar as diversas medidas, assim como explorar mais fontes de água e reforçar a sua poupança, com vista a garantir a reciclagem e o aproveitamento dos recursos hídricos”.

      A também vice-presidente da Aliança de Povo de Instituição de Macau lembrou na missiva ao Governo que havia planos para se transformar o Lago Nam Van e o Lago Sai Van em reservatórios de água doce, com vista a aproveitar melhor os recursos hídricos de Macau e a reduzir o impacto das marés salgadas e das condições meteorológicas extremas verificadas nos últimos anos. No entanto, a directora da DSAMA, Wong Soi Man, admitiu que o Governo da RAEM deixou cair, para já, os respectivos projectos. “Isso implica um grande volume de trabalho de dragagem e de escavação do fundo dos lagos, bem como a necessidade de execução de obras de impermeabilização e de construção de muretes para a retenção de água no fundo dos lagos e nos diques circundantes, causando um impacto profundo e a longo prazo para o ambiente hídrico e ecológico e a paisagem geral da zona circundante dos lagos Nam Van e Sai Van”.

      Contudo, refere a mesma responsável, “para aumentar a capacidade de armazenamento de água em Macau, o Governo da RAEM vai concluir a empreitadas de ampliação da barragem de Ká Hó e de ampliação do reservatório de Seac Pai Van em 2023 e 2026, respectivamente”.

      Depois de 2026, acrescentou ainda Wong Soi Man, “a capacidade total de armazenamento de água de Macau será aumentada para cerca de 3,12 milhões de metros cúbicos, o equivalente à quantidade de água consumida durante 12 dias” no território. “Nos últimos dez anos, o Governo da RAEM tem vindo a rever e a ajustar, oportunamente, as estratégias de trabalho e implementações referentes ao ‘Programa de Poupança de Água de Macau’ de acordo com o desenvolvimento socioeconómico e a mudança do ambiente de Macau, acompanhando a evolução dos tempos”, explicou ainda.

       

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