O Instituto Politécnico de Macau (IPM) passou a ser, a partir de ontem, a Universidade Politécnica de Macau (UPM). O reforço no ensino e investigação de línguas no sentido de “apoiar Macau para desempenhar bem o papel de plataforma entre a China e os países de língua portuguesa” é uma das prioridades enunciadas pela UPM. A instituição de ensino superior de Macau foi fundada em 1981, possui mais de 4.600 alunos e lecciona 30 cursos de licenciatura e pós-graduação. A ideia é chegar aos 6.000 alunos muito em breve. A “Universidade Politécnica de Macau vai aproveitar as vantagens próprias estabelecidas nos actuais cursos práticos em informática para acrescentar, gradualmente, cursos nas áreas de Ciências e de Engenharia, nomeadamente de Matemática Aplicada, Inteligência Artificial e Tecnologia de Aplicação de Médias Digitais, tendo em consideração as necessidades do desenvolvimento social e económico de Macau”, informaram as autoridades de Macau, na recente apresentação do regulamento administrativo que estabelece a mudança de estatuto da universidade. As escolas superiores passam a faculdades e a Escola Superior de Artes é alterada para Faculdade de Artes e Design. Em Portugal, a UPM tem uma cooperação académica com as seguintes instituições: Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP); Camões-Instituto da Cooperação e da Língua; Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos de Portugal (CCISP); institutos politécnicos de Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto e Santarém; Erasmus Centro; universidades do Algarve, Aveiro, da Beira Interior, de Coimbra, de Lisboa, do Minho e do Porto. No Brasil, a cooperação está estabelecida com a Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira e Universidade Federal de Pernambuco. A UPM também desenvolve uma parceria com a Universidade de Cabo Verde.












