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      Ho Ion Sang pede urgência no caso dos estudantes locais em Hong Kong

      O deputado, eleito por sufrágio indirecto, instou o Governo a criar condições urgentes para resgatar os cerca de 100 estudantes locais que estão retidos, numa altura em que a pandemia está fora de controlo na região vizinha. Entretanto, o Governo já fez saber que está a recolher informações dos alunos para coordenar transporte e quarentena.

       

      Num comunicado enviado às redacções, o deputado da Assembleia Legislativa (AL) Ho Ion Sang insta o Governo da RAEM a tratar, com a maior celeridade, do regresso dos cerca de 100 estudantes locais que estão na região vizinha de Hong Kong e pretendem regressar ao território.

      O também vice-presidente da União Geral das Associações dos Moradores de Macau (UGAMM) relembra que a pandemia está fora de controlo naquele território e apelou aos estudantes afectados para que preenchessem a sua intenção de regressar a Macau “o mais rapidamente possível”, instando as autoridades a “compilar rapidamente os dados e elaborar um plano para organizar um local de tratamento médico e de isolamento para ajudar os estudantes a regressar a Macau”.

      As autoridades locais, entretanto, admitiram que a situação em Hong Kong está a ficar insustentável e, reagindo à evolução da situação pandémica, já realizaram uma reunião interdepartamental entre a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ), a Direcção dos Serviços de Turismo (DST), os Serviços de Saúde e a Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT) para entender a viabilidade de condições, “nomeadamente na organização dos hotéis de observação médica para receber os estudantes de Macau que estudam em Hong Kong e desejam regressar à RAEM”.

      Ho Ion Sang referiu que alguns dos estudantes, desesperados pela escalada de casos em Hong Kong, consideram até a possibilidade de “ir para Zhuhai ou Shenzhen para isolamento”, mas, até nessas cidades na China continental, “os hotéis em questão também são difíceis de encontrar, pelo que não têm outra escolha senão ficar no campus”.

      Funcionário bancário e consultor de negócios da sucursal de Macau do Banco da China e também membro do Comité Nacional da 13.ª Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Ho Ion Sang pede aos estudantes que comuniquem a sua intenção de regresso “o mais rápido possível, para que o Governo possa compreender a situação real e providenciar soluções”. “Catástrofes naturais como a pandemia que estamos a viver são indiscriminadas e a estirpe Ómicron é extremamente contagiosa”, notou o deputado eleito por sufrágio indirecto, acrescentando que, tendo em conta a gravidade e repetibilidade de casos nas regiões vizinhas, “os residentes de Macau deveriam estar mais vigilantes, manter bons hábitos de higiene e de prevenção, bem como cooperar activamente com os esforços das autoridades sanitárias locais para proteger a sua própria saúde e a das suas famílias”.

      Entretanto, a DSAT já garantiu estar no terreno a organizar com vários hotéis de observação médica e conseguiu já encontrar um determinado número de quartos correspondentes aos requisitos exigidos pelos Serviços de Saúde. A DSEDJ relembra os estudantes que estão deslocados no exterior da necessidade de avaliarem, prudentemente, a situação pandémica do local onde estudam, bem como reduzirem as suas saídas e evitarem permanecer em espaços com grande concentração de pessoas.

       

      PONTO FINAL