Cheng Shun Meng, vice-presidente da União Geral das Associações dos Moradores de Macau (UGAMM), pede que as autoridades forneçam mais apoio aos idosos que vivem sozinhos, de modo a evitar que o seu código de saúde seja convertido para código vermelho, aumentando a sua pressão psicológica.
Ao jornal Ou Mun, Cheng Shun Meng afirmou: “Durante o trabalho de teste de ácido nucleico na linha de frente, descobri que alguns idosos isolados não conseguiam obter as informações antiepidémicas actualizadas por parte do Governo, não possuíam ‘smartphone’ e não faziam testes rápidos de antigénio nem o teste de ácido nucleio”. Como resultado, o código de saúde de esses idosos isolados era convertido em código vermelho. Os idosos não sabiam a razão e não conseguiam ir ao posto designado para fazerem o teste à sua custa, ficando “preocupados e desamparados”.
Assim, o vice-presidente da UGAMM solicita que o Governo preste mais atenção à situação real dos idosos isolados e compreenda as necessidades deles na realização dos testes em massa, dos testes de ácido nucleico destinados aos grupos-chave, no transporte e nos materiais domésticos. Se as autoridades constatarem que há idosos isolados que não fizeram testes, podiam enviar mensagem para os lembrar de que precisam de ir ao posto e realizar o teste de ácido nucleio.
Sobre os idosos isolados ou as pessoas com deficiência que não preencham as condições para isenção de testes, Cheng Shun Meng perguntou se as autoridades poderiam aumentar o serviço de atendimento para testes porta a porta ou disponibilizar veículos especiais para os levarem aos postos de teste.
Recorde-se que, no período de consolidação, a população tem de realizar testes de antigénio diariamente. Caso contrário, o código de saúde fica da cor amarela ou vermelha.











