Rita Santos, presidente do Conselho Regional da Ásia e Oceânia das Comunidades Portuguesas, teve um encontro de trabalho com o recém-empossado Cônsul-Geral de Portugal em Cantão, Tomás Azevedo, nos dias 18 e 19 deste mês.
Durante a reunião, as partes falaram sobre o problema da prolongada falta de pessoal do Consulado Geral de Portugal em Cantão, devido a grande volume de pedido de vistos dos residentes na área de jurisdição para negócios e turismo. Rita Santos afirmou que o problema “será muito brevemente resolvido com o reforço de mais dois elementos”.
Num comunicado enviado à imprensa, a conselheira indicou que abordou a questão num relatório apresentado ao secretário de Estado das Comunidades do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Segundo avançou, no mesmo relatório os Conselheiros do Círculo da China salientaram também a importância da manutenção da AICEP no Consulado de Portugal em Cantão, que “abarca cidades com maior desenvolvimento económico da China e principalmente as que integram na Grande Baía”, pelo que as maiores empresas chinesas têm interesse em estreitar e aprofundar as relações económicas e culturais com Portugal.
Rita Santos adiantou ainda que, no encontro com Tomás Azevedo, foram “trocadas informações e opiniões sobre diversos assuntos de mútuo interesse”, nomeadamente assuntos consulares, cooperação económica cultural entre a China e Portugal, bem como com as cidades do Grande Baía salientando também a importância do papel de Macau, nas relações económicas e comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa.
Para além da reunião com o novo cônsul-geral de Portugal em Cantão, Rita Santos, quando esteve em Cantão, teve um convívio com a “nata” da Comunidade Portuguesa residente na Grande Baía, “aproveitando para aprofundar os laços de amizade e tomar conhecimento sobre ‘modus vivendi’ das famílias e as actividades profissionais e comerciais destes nossos conterrâneos”, frisou o comunicado.











