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      Rita Santos e ATFPM em silêncio após queixas por alegadas irregularidades nas eleições

      Rita Santos e a Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau (ATFPM) foram alvo de uma queixa por parte do Partido Socialista (PS) por alegadas irregularidades nas eleições legislativas portuguesas. A queixa vai ser enviada pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) para o Ministério Público (MP) português. O PONTO FINAL tentou obter esclarecimentos por parte de Rita Santos e de José Pereira Coutinho, presidente da ATFPM, mas, até ao fecho da edição, não obteve qualquer resposta.

      A notícia foi avançada pela CNN Portugal e indica que, segundo a queixa do PS, várias pessoas “disseram ter recebido chamadas e a quem interlocutores, afirmando que falam pela ATFPM, terão dito que podiam trazer as cartas com os boletins de voto à sede da ATFPM, que eles tratavam de tudo”. Por outro lado, os socialistas alegam também que algumas dessas chamadas “terão sido realizadas em língua chinesa, o que indiciará uma tentativa de se aproveitar da boa-fé dos que, sendo portadores da cidadania portuguesa, já perderam, porém, o vínculo linguístico com Portugal”. Além disso, é dito na queixa que Rita Santos, conselheira das comunidades portuguesas e também presidente da assembleia-geral da ATFPM, foi vista “à porta dos correios, a abordar os eleitores para que estes lhe entreguem o seu voto”.

      Anteriormente, recorde-se, a secção de Macau do PS também se tinha queixado de uma mensagem alegadamente posta a circular pela ATFPM que instruía os eleitores de Macau a votarem na Aliança Democrática (AD). Na altura, José Pereira Coutinho, presidente da associação, disse desconhecer esta mensagem. Em comunicado, a secção de Macau do PS assinalava que “a ATFPM, como associação sem cariz político constituída à luz do direito da RAEM, tem a obrigação de respeitar a lei e o dever de não se imiscuir em actos eleitorais de países estrangeiros”.