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      “Dei uma projecção política, simbólica e institucional à emigração como nunca antes tinha acontecido”

      Augusto Santos Silva, candidato do Partido Socialista pelo Círculo Fora da Europa às eleições portuguesas de 10 de Março, encontrou-se ontem, via videochamada, com figuras de Macau para ouvir as suas preocupações. Na sessão, o presidente da Assembleia da República afirmou que, enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros e deputado eleito pelo Círculo de Fora da Europa, deu “uma projecção política, simbólica e institucional à emigração como nunca antes tinha acontecido”.

       

      A propósito da pré-campanha eleitoral para as eleições legislativas portuguesas que se realizam a 10 de Março, Augusto Santos Silva, presidente da Assembleia da República e candidato do Partido Socialista (PS) pelo Círculo Fora da Europa, ouviu, por videochamada, as preocupações de figuras de Macau ligadas ao partido, como Filipe Regêncio Figueiredo, Manuel Geraldes, Jorge Fão, Sérgio de Almeida Correia, Francisca Beja e Jorge Neto Valente. A sessão foi moderada por Vítor Moutinho.

      Durante a sessão, o actual presidente da Assembleia da República afirmou: “Dei uma projecção política, simbólica e institucional à emigração como nunca antes tinha acontecido”.

      Sobre a relação entre Portugal e Pequim, Santos Silva disse que era importante manter uma postura “moderada, cautelosa e prudente”, mas também “firme na defesa dos interesses da comunidade”. Questionado sobre o facto de Portugal não estar incluído no lote de países de isenção de visto por parte da China, como França, Alemanha, Itália, Holanda, Espanha, por exemplo, Santos Silva deu um conselho: “Paciência e persistência”. “É preciso respeitar, mas nunca deixar de insistir”, referiu.

      Sobre o funcionamento do Consulado de Macau, o candidato falou num “novo dinamismo” e deixou elogios ao cônsul-geral, Alexandre Leitão: “O nível de atendimento é muito maior do que aquele que havia antes da entrada em funções deste cônsul. É uma pessoa muito trabalhadora e empenhada”.

      Recentemente, foi noticiado em Portugal que os emigrantes portugueses deixariam de ter acesso ao Serviço Nacional de Saúde. Augusto Santos Silva fez eco daquilo que já tinha sido referido pelo Ministério da Saúde, frisando que “tudo continuará como dantes”. “A assistência na saúde para todos os portugueses está absolutamente garantida”.

      O presidente da AR também assegurou que, uma vez que o Governo caiu antes do fim da legislatura, o PS pretende dar continuidade ao que ainda não foi feito e tinha sido prometido há dois anos, como é o caso da eliminação da necessidade de representante fiscal para os portugueses que residem fora da Europa.