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      Singapura, Japão, França, Alemanha, Espanha e Itália entre os melhores passaportes em 2024

      Segundo cotação da Henley & Partners, os passaportes com acesso livre a mais destinos este ano são seis: os de Singapura e Japão, habituais líderes na classificação do índex, mais quatro estados-membro europeus – a França, Alemanha, Espanha e Itália. O passaporte de Macau subiu dois lugares, para 34º.

       

      Baseando-se em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a Henley & Partners acaba de anunciar a sua lista actualizada dos países com melhores passaportes do mundo, isto é, dos passaportes que conseguem viajar para o maior número de destinos sem necessitar de pedir visto de antemão. O passaporte de Macau, que no terceiro trimestre do ano passado estava em tendência ascendente, subindo cinco posições para 31º lugar desde o princípio de 2023, acabou por descer para 36º no fim do ano, vindo agora ser qualificado em 34º lugar em 2024. Agora, o documento de viagem Macau tem acesso livre a 144 destinos, está ao mesmo nível da República Dominicana, e ficou um lugar acima do passaporte de Taiwan. A região administrativa vizinha, à semelhança da qualificação do ano passado, continua a estar à frente de Macau, com o seu passaporte a continuar a ocupar o 19º lugar. Ainda assim, ambos os passaportes são mais bem cotados do que o passaporte da República Popular da China, que está em 62º lugar, ao lado da Papua Nova Guiné, com acesso a 85 países.

      A grande novidade desta qualificação de passaportes é, pela primeira vez, a de seis países estarem a partilhar a primeira posição, com a Singapura e o Japão, que costumam ser líderes do índex, a serem acompanhados por quatro países europeus estados-membros: a França, Alemanha, Espanha e a Itália. Recorde-se que no ano passado, na análise do terceiro trimestre, Singapura destronou o Japão após cinco anos de liderança, passando a ser o país com o passaporte mais bem cotado do mundo, com acesso a 192 países. O segundo lugar na mesma altura era ocupado pela Alemanha, Itália e Espanha, com acesso a 190 países. O Japão tinha passado para a 3.ª posição, juntamente com a França, a Coreia do Sul, a Suécia, o Luxemburgo, a Finlândia e a Áustria. O passaporte inglês subiu um lugar, de 5.º para 4.º, e o passaporte português também, encontrando-se em 5.º lugar (com acesso a 187 países).

      Este ano, o passaporte português subiu uma posição, ocupando agora o 4.º lugar juntamente com o Reino Unido, a Noruega, o Luxemburgo e a Bélgica. O 2.º lugar em 2024 é ocupado por um país asiático – a Coreia do Sul – e pela Finlândia, Suécia, Áustria, Dinamarca, Irlanda e Países Baixos.  Os titulares de passaportes da Austrália e da Nova Zelândia melhoraram a sua classificação, passando a ocupar o 6.º lugar, com 189 destinos isentos de visto, enquanto que os EUA mantêm o 7.º lugar, com acesso a 188 destinos sem necessidade de visto prévio. Já lá vai uma década desde que o Reino Unido e os EUA ocuparam conjuntamente o 1.º lugar no índice em 2014. No fundo da lista estão países como o Afeganistão, que apenas tem acesso fácil a 28 destinos, sendo que os restantes países do fim da lista são a Síria, o Iraque, o Paquistão, o Iémen (99), a Somália e a Palestina.

      Recorrendo a dados da Autoridade Internacional de Transportes Aéreos (IATA), o Henley Passport Index “é o único do seu género”, refere a página da empresa britânica de consultadoria de migração. O índice inclui 199 passaportes, e 227 destinos de viagem diferentes. Actualizado trimestralmente, e sempre que existem alterações a políticas de migração, este índice “é considerado a ferramenta de referência padrão para cidadãos globais e Estados soberanos quando avaliam a posição de um passaporte no espectro da mobilidade global”, refere ainda a página.