Benfica, campeão português de futebol, e FC Porto, vencedor da Taça de Portugal, proferem amanhã as ‘declarações de abertura’ da época 2023/24, na Supertaça Cândido de Oliveira, em que responderão por algumas fragilidades evidenciadas na pré-temporada.
Com reforços de peso – particularmente o Benfica -, outras tantas ausências relevantes e indecisão sobre a continuidade das suas ‘joias’ mais valiosas, as duas equipas começarão em Aveiro a marcar terreno para as provas mais importantes que se sucederão, com destaque para a I Liga.
Época nova, vida nova para a maioria das equipas. O Benfica, com maior pujança financeira, foi mais exuberante no ataque ao mercado de transferências, com as contratações do avançado argentino Ángel Di María – um regresso às ‘águias’ -, o médio turco Orkun Kokçu e o defesa checo David Jurásek.
O FC Porto foi mais espartano e a contratação do médio espanhol Nico González só parcialmente compensará a saída do pendular centrocampista colombiano Matheus Uribe, ainda que o treinador Sérgio Conceição possa contar com mais uma opção ofensiva de relevo, o espanhol Fran Navarro, após duas épocas com brilhantismo no Gil Vicente.
Mais do que ansiar por reforços (à excepção, talvez, Sérgio Conceição, para o sector intermédio), os técnicos estarão mais interessados em manter os actuais jogadores do plantel, em especial o avançado Gonçalo Ramos, nos benfiquistas, e o guarda-redes Diogo Costa, ainda a recuperar de lesão, nos portuenses, que estarão na mira dos principais clubes europeus.
Em 12 confrontos, o Benfica apenas impediu uma vez o êxito os actuais detentores do troféu, em 1984/85, o que representa quase metade dos títulos conquistados pelos ‘dragões’, que já deixaram algumas marcas profundas no rival, como a goleada por 5-0 em pleno Estádio da Luz, em 1996.
A 45.ª edição da Supertaça portuguesa de futebol disputa-se esta quarta-feira, no Estádio Municipal de Aveiro.











