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      Ho Iat Seng destaca imagem civilizada e poderosa da guarnição do exército chinês em Macau

      Na cerimónia de comemoração dos 96 anos do Exército de Libertação do Povo Chinês, o Chefe do Executivo aproveitou para agradecer a guarnição estacionada em Macau há 25 anos. Apesar de não esquecer as “aspirações iniciais”, a guarnição militar tem sabido apoiar o Governo “no distinto desempenho das diversas missões, o que lhe moldou a imagem de um exército civilizado e poderoso”, defendeu Ho Iat Seng.

       

      Por ocasião da celebração dos 96 anos do estabelecimento do Exército de Libertação do Povo Chinês (ELPC), o Chefe do Executivo discursou ontem numa cerimónia no Quartel Militar da Taipa da guarnição estacionada em Macau, onde estiveram presentes vários dignatários ligados ao exército da China central. No seu discurso, Ho Iat Seng começou por recordar que ao longo de 96 anos foram dadas várias provas de heroísmo e confiança, e que este órgão militar tem a “capacidade de salvaguardar a soberania, a unidade nacional e a integridade territorial”.

      “Um país forte deve ter um exército forte”, argumentou, recordando os “grandes êxitos” desde o 18.º congresso nacional do PCC, e a forma como a “orientação de pensamento” de Xi Jinping levou a um reforço dos militares, implementando uma “estratégia militar para a nova era” e prosseguindo com firmeza no “caminho chinês para o desenvolvimento militar”.

      Elogiando as várias inovações e restruturações a que o exército chinês tem sido submetido, Ho Iat Seng salientou as reformas, novas tecnologias e investimento na formação de pessoal. “Com novos sistemas, uma nova estrutura, um novo padrão e um novo visual, as forças armadas do Povo tornaram-se uma força de combate muito mais moderna e robusta, e será certamente concretizada a meta de elevá-las rapidamente a padrões de classe mundial”.

      Referindo-se especificamente à guarnição estacionada na nossa cidade, o representante máximo do Governo da RAEM disse que esta tem sido “um pilar da prosperidade e estabilidade de Macau”, e que a sua presença há mais de vinte anos tem revelado que esta tem “amor a Macau e à sua população”, apesar de não esquecer as suas aspirações iniciais e fidelidade à missão. Ho Iat Seng defendeu que a guarnição tem sabido apoiar o Governo “na sua governação segundo a lei, e, simultaneamente, na participação em actividades de interesse público e no distinto desempenho das diversas missões, o que lhe moldou a imagem de um exército civilizado e poderoso, granjeando-lhe o sincero reconhecimento dos residentes de Macau”.

      No mesmo discurso, o dirigente aproveitou para recordar que 2023 “marca o início da plena implementação do espírito do 20.º Congresso Nacional do Partido Comunista da China”, e que o Governo continua a executar o princípio orientador de ‘Um País, Dois Sistemas’, em que se procura salvaguardar “o poder pleno de governação do Governo Central”, e também implementar o princípio de “Macau governada por patriotas”.

      Para Ho Iat Seng, esta governação dos “patriotas” tem sido aplicada no “desenvolvimento da economia, na melhoria de vida da população, e na resolução dos conflitos e problemas profundamente arreigados no desenvolvimento socioeconómico de Macau”.

      Com a abertura das fronteiras e a “normalização de circulação de pessoas”, o Governo da RAEM tem-se esforçado para expandir a fonte de turistas, promover a retoma económica, assim como estabilizá-la, algo que, na perspectiva do Chefe do Executivo, faz com que a sociedade esteja cada vez mais confiante na recuperação económica da cidade. O dirigente referiu-se ainda a estratégias de desenvolvimento da RAEM como a da Diversificação 1+4, ou a Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin como formas de assinalar o regresso bem-sucedido de Macau “à Pátria” há 25 anos. Na sua óptica, Macau entrou agora “numa nova era”, com missões “ainda mais honrosas e de maior responsabilidade”, e acredita que é necessário continuar a “caminhar de mãos dadas” para “defender os interesses do País” e assim escrever “o novo capítulo da prática bem-sucedida da causa ‘Um País, Dois Sistemas’ com características de Macau, em prol da grandiosa revitalização da nação chinesa”, sustentou.