Edição do dia

Sábado, 22 de Junho, 2024
Cidade do Santo Nome de Deus de Macau
nuvens dispersas
30.9 ° C
31.9 °
30.9 °
79 %
4.1kmh
40 %
Sáb
31 °
Dom
30 °
Seg
30 °
Ter
30 °
Qua
30 °

Suplementos

PUB
PUB
Mais
    More
      InícioSociedadeElsie Ao Ieong e Politécnicos portugueses querem intensificar parcerias na educação

      Elsie Ao Ieong e Politécnicos portugueses querem intensificar parcerias na educação

      Uma comitiva do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) de Portugal esteve de visita a Macau. Num encontro entre a secretária para os Assuntos Sociais e Cultura e a delegação, Elsie Ao Ieong referiu que quer reforçar a cooperação na área do ensino superior entre Macau e Portugal, e a presidente do CCISP, Maria José Fernandes, afirmou que espera mais projectos cooperativos na tecnologia e ciência.

       

      O Governo de Macau e o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) de Portugal expressaram o desejo de intensificar a cooperação e intercâmbio em termos do ensino superior e da investigação académica e científica, bem como da formação linguística.

      Num encontro entre a secretária para os Assuntos Sociais e Cultura de Macau e a comitiva do CCISP, que teve lugar na passada terça-feira na sede do Governo, Elsie Ao Ieong começou por dar as boas-vindas à delegação e assinalou que a Universidade Politécnica de Macau (UPM) e as outras instituições de ensino superior locais têm mantido um bom intercâmbio e cooperação com o CCISP e as instituições de ensino superior subordinadas, o que contribui, ao longo do tempo, para a formação de quadros qualificados bilíngues em chinês e português.

      Elsie Ao Ieong disse esperar que a cooperação entre as partes possa continuar a ser fortalecida, de forma a “elevar o nível de internacionalização das instituições de ensino superior de Macau e reforçar a sua cooperação académica com as instituições de ensino superior de todo o mundo”.

      Segundo um comunicado divulgado pelo Gabinete da Secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, a governante salientou na reunião que os trabalhos educativos em Macau têm vindo a ser desenvolvidos de forma contínua nos últimos três anos apesar do impacto epidémico, reiterando que o Executivo se dedica a apoiar o desenvolvimento da educação.

      Na ocasião, Kong Chi Meng, director dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude, destacou que a assinatura do protocolo de cooperação com o CCISP vai contribuir para “elevar ainda mais o nível de internacionalização do ensino superior de Macau, através das oportunidades de intercâmbio e de mobilidade para o pessoal docente, investigadores e estudantes universitários, bem como do lançamento de programas de formação para professores de língua portuguesa do ensino não superior.

      Já o reitor da Universidade Politécnica de Macau, Im Sio Kei, sublinhou que a instituição tem mantido uma relação estreita de cooperação com o CCISP de Portugal e, até agora, houve mais de dois mil alunos de Macau e de Portugal que participaram nos diversos programas de intercâmbio.

       

      CCISP QUER COLABORAÇÃO MAIS ABRANGENTE

       

      Liderando uma comitiva de 17 representantes dos institutos politécnicos portugueses, a presidente do CCISP, Maria José Fernandes, enalteceu a importância da visita do Conselho a Macau.

      Maria José Fernandes revelou que o Conselho abrange 15 institutos superiores politécnicos com cerca de 150 mil estudantes, e acredita que as duas partes possam reforçar ainda mais o intercâmbio de professores e estudantes, sobretudo a orientação conjunta e o intercâmbio de estudantes de doutoramento, através da combinação dos métodos online e presencial, com intuito de promover a cooperação em mais projectos de investigação científica.

      Segundo o CCISP, a acção de promoção externa do Conselho de segunda a quarta-feira desta semana em Macau compreende encontros com as autoridades de Macau, a UPM, e o cônsul-geral de Portugal em Macau e Hong Kong, Alexandre Leitão.

      “O CCISP pretende mesmo intensificar parcerias e alargar os conteúdos dos Memorandos de Entendimento a outros domínios, designadamente aos da ciência e investigação, que nunca haviam sido articulados”, realçou o organismo, na esperança do possível estabelecimento de programas de mobilidade em estágios de áreas como Enfermagem, Análises Clínicas e de Saúde Pública e Farmácia, com a UPM.