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      InícioSociedadeJovem agredida por antigo aluno sem ferimentos graves  

      Jovem agredida por antigo aluno sem ferimentos graves  

      Um antigo aluno do Colégio Mateus Ricci agrediu uma aluna de 16 anos ontem de manhã. Sem ferimentos graves, a jovem está em situação estável. O suposto agressor, que estava a ser acompanhado por um assistente social, acabou por atacar a colega, sendo levado depois pela polícia para acompanhamento.

        

      Uma jovem aluna ficou ferida na sequência de uma agressão ontem de manhã no Colégio Mateus Ricci, nas imediações das Ruínas de São Paulo. Sem ferimentos graves, a jovem de 16 anos foi enviada para o hospital para tratamento.

      De acordo com o comunicado dos Serviços de Educação e Juventude (DSEDJ), um aluno do sexo masculino, que já tinha abandonado a escola e sido transferido para outra, tinha regressado à escola na manhã do incidente para ir buscar os seus pertences pessoais, atacando uma aluna durante o processo. O professor presente na sala de aula activou de imediato o mecanismo de resposta a emergências, protegendo os outros alunos no local, e acalmando o aluno. Outros professores da escola acorreram imediatamente ao local para prestar apoio e acompanhar o aluno, que foi depois entregue à polícia para acompanhamento. Os bombeiros referiram ainda que o jovem entrou no edifício com uma faca de 4 a 5 polegadas de comprimento e esfaqueou a aluna, e que os ferimentos foram ligeiros e a vítima encontra-se em estado estável.

      O director da DSEDJ, juntamente com alguns supervisores, deslocou-se à escola para se inteirar do incidente. Em declarações à Rádio Macau em língua chinesa, Kong Chi Meng referiu que o suposto agressor era acompanhado por um assistente social, e “há muito tempo que necessitava de ajuda”. Tendo sido transferido para o Colégio Mateus Ricci de outra escola há meio ano lectivo, este tinha decidido mudar recentemente de escola depois de ter pedido a desistência. Se os dois estudantes tinham alguma relação, e qual o motivo do ataque, serão informações que a polícia apenas poderá divulgar depois de averiguar o caso em investigação.

      O director da DSEDJ indicou ainda que a polícia tinha enviado pessoal ao hospital para apoiar os estudantes e as suas famílias, e também para prestar aconselhamento emocional aos cerca de 10 estudantes que testemunharam o incidente. As autoridades policiais lançaram um apelo aos estudantes a comunicarem com os pais, professores ou pessoas de confiança se estiverem emocionalmente perturbados. Os pais, por seu turno, devem tomar a iniciativa de se preocuparem com as alterações emocionais dos seus filhos.

      Embora a DSEDJ tenha várias directrizes operacionais para a entrada de estranhos nas escolas, incluindo procedimentos de entrada e identificação, como este incidente envolveu alunos da escola, os mecanismos de protecção não puderam ser tão eficazes, admitiu ainda Kong Chi Meng. Uma reunião de emergência foi convocada na esperança de reforçar as medidas de segurança relevantes.