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      Bolsas de estudo especiais para o ensino superior proporcionaram 350 vagas  

      Os lugares para os estudantes do território foram distribuídos para a frequência de 10 áreas de especialização: Língua Portuguesa, Medicina Tradicional Chinesa, Enfermagem, Indústrias Culturais e Criativas, Ciências e Tecnologias, explicou a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude em resposta a um deputado que interpelou o Governo pedindo uma optimização do plano de bolsas de estudo para o ensino superior.

       

      No ano lectivo de 2022/2023, as bolsas especiais proporcionaram, aos estudantes, 350 vagas para a frequência de 10 áreas de especialização: Língua Portuguesa, Medicina Tradicional Chinesa, Enfermagem, Indústrias Culturais e Criativas, Ciências e Tecnologias, entre outras, revelou o director da Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ), Kong Chi Meng, em resposta a uma interpelação escrita do deputado da Assembleia Legislativa (AL) Zheng Anting, que instou o Governo liderado por Ho Iat Seng a proceder a uma optimização do plano de bolsas de estudo para o ensino superior.

      O responsável da DSEDJ sublinhou ainda que em relação às bolsas extraordinárias, “são destinadas a apoiar os estudantes no prosseguimento dos seus estudos em Portugal”.

      Está estipulado que o plano das bolsas de estudo para o ensino superior faculta bolsas especiais, bolsas extraordinárias, bolsas-empréstimo e bolsas de mérito. “As bolsas especiais destinam-se a subsidiar os estudantes que frequentam determinadas áreas de especialização para formar quadros qualificados nas respectivas áreas”, lembrou Kong Chi Meng, reiterando que, todos os anos, o Fundo Educativo “também avalia as políticas de desenvolvimento industrial, as necessidades da sociedade e o número de quadros qualificados já formados, no âmbito da acção do Governo da RAEM, para efectuar a revisão e o ajustamento da criação e do número de vagas das diversas áreas de especialização”.

      Na resposta a Zheng Anting, o director da DSEDJ afirmou também que o Governo da RAEM estabeleceu diferentes planos de bolsas de estudo e de mérito e subsídios, de acordo com as necessidades de cada estudante de Macau, não só o plano das bolsas de estudo para o ensino superior, mas também “o plano de bolsas de mérito para frequência nas instituições de ensino superior melhores, o plano de pagamento dos juros ao crédito para os estudos e, ainda, o subsídio para aquisição de material escolar a estudantes do ensino superior”. A ideia, acrescenta Kong Chi Meng, visa “apoiar e incentivar os estudantes a prosseguirem os seus estudos em cursos de ensino superior com diferentes áreas de especialização”.

      No ano lectivo de 2018/2019 foram ajustadas as condições do plano das bolsas de estudo para o ensino superior quanto ao local onde os beneficiários têm obrigatoriamente de exercer a sua actividade profissional após a conclusão do seu curso, que antes estava limitado a Macau, para permitir a prestação de serviços também no interior da China e, em linha com este ajustamento, foram também revistas as disposições relativas ao reembolso das bolsas especiais e extraordinárias, de modo a incentivar os beneficiários a se dedicarem ao desenvolvimento local e do país, após a conclusão dos seus estudos, relembra o responsável da DSEDJ. “Os estudantes beneficiários das duas bolsas devem cumprir estes deveres especiais, no prazo de seis meses após a conclusão do curso”, notou, acrescentando que “após a conclusão do curso subsidiado, caso os beneficiários das duas bolsas continuem a frequentar o curso conferente de grau académico, podem requerer, juntamente com os respectivos documentos comprovativos, a suspensão do cumprimento dos deveres especiais acima referidos, sendo o período de suspensão limitado ao prazo mínimo de frequência do respectivo curso”.

      O âmbito de financiamento do plano das bolsas de estudo para o ensino superior foi, de acordo com Kong Chi Meng, “alargado para incluir cursos de doutoramento, abrangendo assim todo o ensino superior”. Isso sucedeu no ano lectivo de 2021/2022, e permite, desse modo, que também se possam candidatar ao plano os estudantes que frequentem cursos de mestrado ou doutoramento elegíveis.