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      Relatório elogia esforços de Macau para a integração no desenvolvimento do país

      Foi divulgado ontem o relatório do Índice de Desenvolvimento de Infra-estruturas dos Países abrangidos pela Iniciativa Faixa e Rota (2022), no 13.º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas (IIICF). O documento diz que Macau tem articulado os seus recursos com a iniciativa Uma Faixa, Uma Rota e tem-se empenhado na celebração de acordos nomeadamente com os países de língua portuguesa.

      No 13.º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas (IIICF), foi divulgado o relatório sobre o Índice de Desenvolvimento de Infra-estruturas dos Países abrangidos pela Iniciativa Faixa e Rota (2022). O relatório aplaude os esforços de Macau para a integração na conjuntura geral de desenvolvimento do país.

      O documento aponta que, tendo em conta a construção da Grande Baía e o desenvolvimento da Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin, “Macau tem articulado os seus próprios recursos com a iniciativa ‘Uma Faixa, Uma Rota’, empenhado na celebração, com mais países de língua portuguesa e países abrangidos pela iniciativa ‘Uma Faixa, Uma Rota’, acordos em matéria fiscal e mantido uma relação estável com os aludidos países enquanto seus parceiros comerciais, fazendo uso constante das suas vantagens regionais de ‘Um Centro, Uma Plataforma e Uma Base'”.

      Na conferência de imprensa, o presidente da Associação dos Construtores Civis Internacionais da China, Fang Qiuchen, explicou o conteúdo do relatório e salientou que se observou uma subida do índice geral de desenvolvimento de infra-estruturas dos países abrangidos pela iniciativa Uma Faixa, Uma Rota, o qual aumentou de 113 em 2021 para 114.

      Por outro lado, referiu o responsável, continuou a ser melhorado o ambiente político e empresarial dos países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), “que estiveram entre os melhores conforme a classificação referente ao índice de desenvolvimento de infra-estruturas”. Os países lusófonos, por seu turno, aceleraram o seu ritmo de desenvolvimento de infra-estruturas e subiram para o segundo lugar.

      Além disso, Fang Qiuchen indicou que o desenvolvimento do sector dos transportes está a ganhar ímpeto, e as áreas de comunicações, água e saúde pública apresentam características novas de “intelectualização tecnológica”, “miniaturização da escala” e “socialização de investimentos”, entre outras.

      Por fim, e em resposta às mudanças climáticas globais, “acelerou-se o ritmo de transformação ecológica das infra-estruturas nos países abrangidos pela iniciativa” e a “cooperação transfronteiriça e intersectorial contribuiu para aumentar a capacidade e a eficácia do desenvolvimento de infra-estruturas”.

      O IIICF arrancou na terça-feira, no Venetian, contando com a participação de 1.300 convidados, incluindo entidades governamentais de vários locais do mundo, 20 instituições financeiras, 70 de empreiteiros internacionais de TOP 250 do mundo e líderes e Executivos de mais de 600 empresas de indústrias e de cadeias industriais.