O Governo de Portugal reconheceu a vacina da Sinopharm, administrada em Macau e noutras partes do mundo, para fins de emissão e aceitação do certificado digital Covid-19 da União Europeia em Portugal.
A circular foi assinada pela directora-geral da Saúde, Graça Freitas, e pelo presidente do Infarmed, Rui dos Santos Ivo, na segunda-feira e tem efeitos desde ontem. “Todos os cidadãos portugueses que administraram esta vacina em Macau – vacina Sinopharm BBIBP-CorV (Vero Cell) – com a apresentação do certificado de vacinação completo emitido pelos Serviços de Saúde, a mesma passa a ser reconhecida em Portugal”, anunciou a Secção de Macau do Partido Socialista (PS), em nota de imprensa enviada às redacções.
O PS local referiu na mesma nota que realizou diversas diligências juntos do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Ministério da Saúde portugueses para que Portugal reconhecesse a vacina da Sinopharm, que muitos portugueses administram em Macau. Agora, podem chegar ao território português cidadãos vacinados com vacinas e esquemas vacinais diferentes dos recomendados em Portugal.
Foram igualmente reconhecidas a CoronaVac, produzida igualmente pela chinesa Sinovac, e ainda a Covaxin, fabricada pela farmacêutica indiana Bharat Biotech International. Ambas as vacinas, tal como a Sinopharm, são fármacos com aprovação da Organização Mundial de Saúde para inclusão na lista de medicamentos de uso de emergência.
A completude de esquemas vacinais primários iniciados noutros países e/ou a administração de doses de reforço após conclusão de esquemas vacinais primários realizados noutros países, bem como a transcrição dos actos vacinais correspondentes deverão seguir as recomendações da Direcção Geral de Saúde (DGS).











