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      Grupo organizado fazia esquemas de burla em mesas de bacará

      Joana Chantre

      Foi descoberto um grupo de pessoas do continente, liderado por uma mulher de 51 anos, que se dedicavam a fazer burlas em mesas de jogo de bacará num casino no Cotai. A mulher acabou por ser interceptada pelas autoridades nas Portas do Cerco, tendo causado um prejuízo de 280 mil dólares de Hong Kong ao casino. Os outros membros do grupo continuam em fuga.

       

      Ontem, na conferência de imprensa da polícia foi relatado um caso de burla organizada, onde um grupo, liderado por uma mulher do interior da China, efectuava esquemas ilegais para angariar dinheiro nos casinos de forma ilegal.

      O caso, que foi apresentado às autoridades através de uma queixa de um casino do Cotai – cujo nome não foi revelado pela polícia – que alega que em mais de uma ocasião um grupo de pessoas parecia estar a agir em conjunto, desde o início de Junho, formando um esquema organizado de apostas nas mesas de jogo bacará.

      A polícia explica que, ao chegar ao casino, a cabecilha sentava-se ao lado da máquina de baralhar as cartas. Aí, esta fazia a sua aposta de fichas sempre no valor de 70 mil patacas, porém, não colocava as suas fichas de maneira clara, alegando então, quando perdesse, que não teria feito a aposta, ou então, após a perda do jogo, ela ou um outro membro do grupo distraía o ‘croupier’ e a mulher retirava as fichas antes de serem recolhidas pelo casino.

      Eram, alegadamente, cinco ou seis pessoas a participar no esquema do grupo, com outros que jogavam, porém com apostas de 100 ou 200 patacas, outros que falavam com o ‘croupier’ para o distrair e outros que ficavam de vigia ao lado da mesa, de acordo com o relato da polícia.

      Depois das investigações, as autoridades verificaram que o grupo actuou pelo menos quatro vezes, tendo causado ao casino em causa um prejuízo de 280 mil dólares de Hong Kong em fichas de jogo.

      A líder do grupo, de 35 anos, residente do continente e com visto de turista, acabou por ser interceptada ao tentar sair de Macau, nas Portas do Cerco, na passada quinta-feira, às 17h, no entanto, não colaborou com a polícia, dando informações falsas às autoridades. O caso foi entregue ao Ministério Público e a mulher foi acusada de três crimes relacionados com prestação de informação de identidade falsa, de burla e de associação criminosa. A polícia continua a investigar o caso e à procura dos restantes suspeitos de estarem envolvidos no caso.

       

      Acusado de posse e consumo de Xanax sem prescrição

       

      Foi também relatado um segundo caso, relacionado com o consumo de Alprazolam, ou melhor conhecido por Xanax, um ansiolítico do grupo dos benzodiazepínicos. A Polícia Judiciária informou que recebeu informações de que haveria uma encomenda com cápsulas de Alprazolam, que é considerada substância proibida sem prescrição médica, a caminho de Macau, vinda de Hong Kong.

      A polícia contactou depois a Alfândega de Macau para investigar a encomenda e informar as autoridades quando chegasse, para poderem identificar o receptor. No momento de levantamento, a polícia interceptou a pessoa e foi-lhe pedido que abrisse a encomenda no local, mas aí não foram descobertas quaisquer substâncias ilegais. Assim, as autoridades levaram o suspeito ao hotel onde estava hospedado, onde estava uma mulher com nove cápsulas de Alprazolam, com um peso total de 3,5 gramas.

      O homem negou que traficava a substância e disse que apenas a consumia, mas não conseguiu mostrar qualquer receita médica. Num exame médico posterior, o homem acusou ser consumidor e a mulher acusou negativo. O caso foi entregue ao Ministério Público na sexta-feira.

       

      PONTO FINAL

       

       

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