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      Governo canalizou cerca de 110 milhões de renminbi para aliviar pobreza em Congjiang

      André Vinagre

      Na cerimónia de inauguração da exposição sobre o apoio de Macau a Conjiang na luta contra a pobreza, Elsie Ao Ieong adiantou que, nos últimos três anos, o Governo de Macau organizou mais de 160 acções de apoio financeiro, doação de bens e de voluntariado de consulta médica e ensino, envolvendo um valor acumulado de cerca de 110 milhões de renminbi. “É com imensa honra que os compatriotas de Macau podem participar nos trabalhos de luta contra a pobreza, assim demonstrando o seu amor pela pátria”, salientou a secretária para os Assuntos Sociais e Cultura.

       

      Elsie Ao Ieong, secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, esteve presente na cerimónia de inauguração da Exposição sobre Apoio de Macau a Congjiang da Província de Guizhou na Luta Contra a Pobreza. No discurso, adiantou que o Governo de Macau doou cerca de 110 milhões de renminbi na luta contra a pobreza em Conjiang, em Guizhou, província vista como a mais pobre da China.

      A secretária lembrou que, em 2017, o Governo Central começou a batalha para erradicar a pobreza do país e, em 2018, o Governo da RAEM começou a participar nos trabalhos de cooperação e assistência no âmbito do alívio da pobreza. Nestes três anos, lembrou a secretária, foi criado um mecanismo de cooperação liderado pelo Executivo de Macau para combater a pobreza de acordo com as necessidades de Conjiang, tendo sido organizadas e coordenadas mais de 160 acções de apoio financeiro, doação de bens, de voluntariado de ensino e de consulta médica, envolvendo um valor acumulado de doação de cerca de 110 milhões de renminbi.

      “Nos três anos de trabalhos para a redução da pobreza, o Governo da RAEM e personalidades dos diversos sectores da sociedade responderam, por iniciativa própria, ao apelo do Estado e participaram activamente, desempenhando, de forma pragmática, as vantagens e o papel de plataforma de Macau”, salientou a secretária, acrescentando que o Executivo local “mantém o espírito do Governo Central, persistindo no princípio de ajudar as pessoas a aumentar a sua confiança e aptidões através da educação por forma a alcançar a erradicação da pobreza e concentrando-se no alívio preciso da pobreza e na erradicação da pobreza, mediante o reforço na construção de instalações escolares para melhorar as condições de exploração das escolas, a realização das acções de formação educativa para promover a qualidade da educação, o financiamento de estudantes carenciados para promover o intercâmbio e interactivo educacional, entre outras formas de evitar a transmissão intergeracional da pobreza”.

      A secretária destacou que “foram potencializadas as vantagens de Macau como plataforma de exposições para promover a internacionalização de mercadorias de Guizhou, aproveitando, ao mesmo tempo, o potencial científico e tecnológico da medicina tradicional chinesa”. Associações, empresas e serviços públicos conduziram a assinatura de um total de 27 acordos de redução de pobreza, 12 dos quais foram acompanhados pelo Governo local.

      “Com os esforços concertados de todas as partes, Guizhou, província com maior número de pobres do país, tornou-se a província de maior redução da pobreza, sendo que 66 distritos pobres em toda a província, incluindo Congjiang, foram retirados da pobreza”, disse a secretária, destacando: “É com imensa honra que os compatriotas de Macau podem participar nos trabalhos de luta contra a pobreza, assim demonstrando o seu amor pela pátria, os seus laços de sangue e de família com o Interior da China, a sua beleza na tradição de ajudar os outros e os necessitados, bem como trazerem à luz os valores essenciais do patriotismo de ‘amor pela pátria e por Macau’ dos diversos sectores da sociedade de Macau”.

      A exposição agora inaugurada tem como objectivo permitir à população “rever a ‘história do sucesso de Macau no apoio à luta contra pobreza de Congjiang da Província de Guizhou’, e obter uma melhor compreensão do trabalho do Governo da RAEM e dos diversos sectores da sociedade na participação da construção nacional”, referiu Elsie Ao Ieong.