Maria Helena de Senna Fernandes adiantou que a Direcção dos Serviços de Turismo (DST) recebeu até agora cerca de 60 pedidos de ajuda de estudantes residentes que estudam em Hong Kong relativamente à falta de quartos de hotel para observação médica. Senna Fernandes assumiu que existe dificuldade em aumentar o número de quartos disponíveis num período curto, mas disse que está a comunicar com os serviços sanitários e educacionais para resolver o problema do regresso dos alunos a Macau.
Segundo a imprensa em língua chinesa, a directora da DST admitiu que a oferta de quartos de hotel de observação médica está escassa, frisando que como os hotéis de quarentena devem cumprir os requisitos de gestão rigorosos de circuito fechado, nem todos estão dispostos a transformar-se num hotel com essa finalidade de utilização, e muitos agentes de segurança não aceitam trabalhar em hotéis de observação médica.
O número de visitantes continua a aumentar gradualmente mesmo após a Semana Dourada do Ano Novo Lunar, tendo sido registada a chegada de 28 mil de turistas a Macau no sábado. Maria Helena de Senna Fernandes revelou que os visitantes estão interessados em pernoitar em Macau e a taxa de ocupação recente em alguns hotéis ultrapassou os 60%, e assim têm poucas intenções de se tornarem num hotel de quarentena.
A Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude também está a recolher os dados dos alunos que pretendem regressar à RAEM de Hong Kong, nomeadamente o número de pessoas e o tempo de regresso. Alguns estudantes de Macau que estão em Hong Kong relataram à rádio chinesa que, actualmente, a marcação de hotel para quarentena já está agendada para o início de Abril, acrescentando que se sentem desiludidos porque algumas universidades pedem aos alunos para saírem da residência estudantil por haver vários casos confirmados no campus na antiga colónia britânica.
C.C.











