O número de bancas desocupadas nos oito mercados públicos de Macau atingiu 329 até ao final de Setembro deste ano, o que representa cerca de 30,95% do total das bancas, revelou o Instituto para os Assuntos Municipais (IAM), em resposta a uma interpelação escrita do deputado Ngan Iek Hang. As bancas desocupadas estão distribuídas principalmente pelo Mercado do Bairro Iao Hon, Mercado de S. Lourenço e Mercado de S. Domingos.
Em relação a vendilhões, havia até à data 100 tendas vazias em 14 zonas de vendilhões, correspondendo a cerca de 17,3% do total, sendo estas distribuídas principalmente na Zona de vendilhões circundantes do Mercado de S. Domingos, na Zona de vendilhões do Fai Chi Kei e na Zona de vendilhões da Rua de Fernão Mendes Pinto.
Reiterando a sua dedicação à revitalização dos mercados públicos, o IAM disse ter vindo a realizar, nos últimos anos, obras de optimização “traçadas de acordo com as características dos mercados municipais”. Segundo o organismo, foram lançados, sucessivamente, concursos públicos para a distribuição de um total de 35 bancas desocupadas no Mercado da Horta da Mitra, no Centro de Comidas do Patane e no Mercado da Taipa, “que foram bem acolhidos”, disse.
O IAM indicou que vai retirar experiências nos referidos projectos de optimização e irá introduzir nos mercados públicos bancas “de novos tipos de actividades, mais diversificadas e atraentes”, conforme as características dos mercados e a procura de consumo dos residentes ou turistas de Macau. Através da medida, as autoridades pretendem atrair mais residentes jovens e de meia-idade para participarem nos concursos à operação das bancas.











