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      InícioSociedadeBiblioteca das Moradias de Mong-há

      Biblioteca das Moradias de Mong-há

       

      Cliente: Instituto Cultural de Macau R.A.E.M.

      Arquitecto: JWCC

       

      O objectivo do projecto foi transformar um conjunto de casas geminadas de estilo português – antigas residências de funcionários públicos –, com paredes exteriores verdes e brancas, numa biblioteca comunitária. As casas geminadas existentes foram ligadas para criar um espaço maior, com uma extensão adicionada à parte de trás do edifício.

      O Instituto Cultural restaurou anteriormente o edifício, preservando a sua fachada, aspecto e características espaciais. O espaço acolhe agora exposições de artes visuais e actividades relacionadas, enriquecendo os recursos culturais da zona e promovendo o desenvolvimento artístico na comunidade.

      O Modus Operandi do JWCC para o projecto foi respeitar o contexto e o edifício existente, criando uma arquitectura que se integra perfeitamente no local. O resultado é um design humilde mas funcional. Para tornar o espaço mais acessível, tivemos de remover uma das escadas. No entanto, mantivemos a sua memória ao incorporar um elemento de escada que funciona como estante de livros. O design minimalista da fachada da nova extensão deriva do conceito de uma estante, que também é introduzido em todo o interior para criar uma estética consistente.

       

      Museu do Património do IC

      Cliente: Instituto Cultural de Macau R.A.E.M.

      Arquitecto: JWCC em colaboração com HÜNE Architects

       

      Os vestígios do fosso da Rua de D. Belchior Carneiro revelam que Macau é uma cidade construída sobre culturas e histórias que se sobrepõem. Sob o solo encontram-se inúmeras relíquias, enquanto os habitantes de Macau vivem e passam os seus dias sobre esses vestígios. Através da arquitectura, procuramos exprimir esta relação. O Centro de Exposições do Património Mundial de Macau é um edifício aberto com dois pisos. O nível inferior apresenta um espaço espesso e inclusivo formado pela expansão do solo, enquanto o nível superior utiliza um telhado leve em arco para criar um espaço de parque ligado à base urbana de Macau. Ao abrir-se para a cidade, os turistas que a visitam podem explorar livremente a história desconhecida que está enterrada no subsolo.

       

       

      Jimmy Wardhana

      Ponto Final
      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau