Xia Baolong, director do Gabinete de Trabalho de Hong Kong e Macau do Comité Central do Partido Comunista da China e do Gabinete dos Assuntos de Hong Kong e Macau junto do Conselho do Estado, esteve na Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin entre sexta-feira e sábado para fazer uma inspecção. O responsável de Pequim quis “inteirar-se, ‘in loco’, da situação do desenvolvimento industrial, construção e planeamento da zona em questão”, lê-se num comunicado do Governo da RAEM.
Na manhã de sábado, Xia Baolong ouviu uma apresentação de Tai Kin Ip, secretário para a Economia e Finanças, sobre a organização dos trabalhos do Governo da RAEM para 2025 na vertente económica, tendo trocado opiniões sobre a aceleração do desenvolvimento adequado e diversificado da economia de Macau, a promoção da construção de Hengqin e a uma melhor integração de Macau na Grande Baía.
Tai Kin Ip prometeu “promover efectivamente o desenvolvimento adequado e diversificado da economia de Macau e melhorar a eficácia da governação económica, com uma mentalidade mais aberta, uma maior responsabilidade e medidas mais realistas”, acrescentando ainda que a sua tutela irá “aperfeiçoar os trabalhos relativos à definição de medidas políticas sobre o desenvolvimento industrial, a implementar a coordenação geral, a optimizar o ambiente de negócios e a empenhar-se na captação de investimento e na prestação de serviços empresariais, explorando e adoptando proactivamente mais políticas económicas de carácter inovador e orientador, bem como apoiando o desenvolvimento de indústrias diversificadas através do aumento do investimento de recursos financeiros e do reforço das garantias de recursos humanos”.
O secretário reiterou que o Governo da RAEM vai reforçar o “alinhamento com as importantes estratégias nacionais, na participação de forma aprofundada na construção da Grande Baía, no desempenho do papel de ‘agente de contacto infalível’ na cooperação entre a China e os países de língua portuguesa, e na implementação simultânea das iniciativas ‘expandir para o exterior’ e ‘atrair investimento estrangeiro'”.











