Mais de 400 sessões de bolsas de contacto no Pavilhão de Macau na Feira de Cantão

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Macau esteve presente na 139.ª Feira de Cantão, que terminou na passada terça-feira, com a participação de 19 empresas da região que apresentaram mais de 200 produtos. Durante o evento, foram realizadas mais de 400 sessões de bolsas de contactos no Pavilhão de Macau.

 

O Pavilhão de Macau instalado pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento (IPIM) na 139.ª Feira de Importação e Exportação da China, designada como Feira de Cantão, contou com a participação de 19 empresas do território, que exibiram mais de 200 produtos característicos de Macau e dos países lusófonos aos comerciantes internacionais.

No Pavilhão de Macau estabelecido na feira, que encerrou na passada terça-feira, realizaram-se mais de 400 sessões de bolsas de contactos, estabelecendo contactos com comerciantes de vários países e regiões, nomeadamente o interior da China, os países de língua portuguesa, a Europa, o Médio Oriente e a América, apoiando assim as empresas de Macau na expansão de mercados no interior da China e no exterior.

Dezasseis das empresas participantes apresentaram produtos fabricados em Macau e três eram distribuidoras de produtos dos países lusófonos. Os produtos expostos incluíram produtos alimentares e bebidas, bebidas alcoólicas, produtos de ‘big health’, entre outros, “o que atraiu muitos compradores nacionais e internacionais para negociações, mostrando a qualidade e a competitividade no mercado dos produtos de Macau e dos países lusófonos”, indica uma nota de imprensa divulgada ontem pelo IPIM.

Algumas empresas obtiveram acordos preliminares com os compradores. Por outro lado, algumas empresas que participaram pela primeira vez manifestaram que, através da Feira de Cantão, conseguiram aumentar a visibilidade das suas marcas e estabelecer relações comerciais com os compradores, de acordo com o IPIM.

Durante a Feira de Cantão, o IPIM instalou um balcão de informação no local, onde foram apresentados, através de equipamentos multimédia, “o ambiente de investimento, as vantagens de convenções e exposições, as oportunidades políticas e os serviços de apoio de Macau e de Hengqin”, o que, segundo o IPIM, “demonstrou o elevado interesse dos comerciantes”.

As autoridades da RAEM dizem que os assuntos que despertaram mais interesse foram: o Plano para o Desenvolvimento Económico no âmbito de Apoio ao Estabelecimento da Primeira Loja em Macau, os procedimentos de constituição de empresa em Macau e em Hengqin, a realização de convenções e exposições em Macau, a participação de empresas em exposições em Macau, a organização de exposições por organizadoras em Macau, bem como o Serviço “One-Stop” para Licitação de Convenções e Exposições e Respectivo Apoio em Macau.