A Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) anunciou a venda limitada de alimentos e bebidas de chocolate nas escolas em Macau por motivo de saúde dos alunos.
“Dado que os produtos de chocolate contêm um certo nível de cafeína, tendo em conta o parecer profissional dos Serviços de Saúde de que o consumo excessivo de cafeína representa um risco maior para a saúde de crianças e adolescentes com peso mais baixo e ainda em fase de crescimento, recomenda-se que estes produtos sejam classificados como ‘alimentos que devem ser menos escolhidos’”, sublinhou o organismo, numa nota citada pelo canal chinês da TDM.
A DSEDJ disse que já comunicou com as escolas e fornecedores para ajustar a gama de alimentos e bebidas vendidos no campus, para “promover um ambiente alimentar saudável para os alunos”.
O assunto levantou a atenção do público depois de uma publicação nas redes sociais, onde um fornecedor do serviço de máquinas de venda nas escolas queixou-se da proibição de produtos de chocolate nas escolas primárias e secundárias. A publicação tornou-se viral e o autor acabou por removê-la.
A empresa colocou depois uma nova publicação a afirmar que a política do Governo tem como finalidade incutir hábitos alimentares saudáveis nos alunos, prevenindo a obesidade e várias doenças crónicas. Disse ainda que, após comunicação com escolas e autoridades, vão oferecer produtos com baixo teor de açúcar, sal e gordura dentro dos campus.
De acordo com a DSEDJ, na venda nos bares de escolas, classificam-se os alimentos em três categorias: vermelho, amarelo e verde. O verde significa produtos recomendados, enquanto o amarelo implica selecção limitada. Os alimentos da categoria de cor vermelha são considerados alimentos que “devem ser menos escolhidos”, e por isso não devem representar mais de 20% do total dos alimentos postos à venda nos bares escolares.











