A taxa de desemprego global da RAEM no período entre Setembro e Novembro manteve-se inalterada nos 2,3%, em comparação com o período entre Agosto e Outubro. A taxa de desemprego exclusiva dos residentes também não registou oscilações, fixando-se nos 1,7%.
Segundo os dados divulgados pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) na passada sexta-feira, a taxa de subemprego global foi de 1,5% e a taxa de subemprego dos residentes 2%, o que revela subidas de 0,1 e 0,2 pontos percentuais, respectivamente, face às do período anterior.
As estatísticas revelam também que o número de residentes desempregados foi de 6.700, a maioria dos quais tinha trabalhado anteriormente no ramo de actividade económica do comércio a retalho e na indústria do jogo.
O sector do jogo perdeu 0,2% dos seus trabalhadores e o comércio por grosso e a retalho ficou com menos 1% dos seus empregados. O sector da restauração diminui em 0,4% os seus trabalhadores. Em sentido contrário, o sector hoteleiro aumentou os seus recursos humanos em 0,3%, tal como o ramo da construção.
A taxa de desemprego tem vindo a diminuir ao longo dos últimos anos após a pandemia. Em 2022, a taxa de desemprego global da RAEM estava nos 3,7% enquanto a exclusiva dos residentes era de 4,7%. Em 2023, as taxas estavam nos 2,3% e 2,9%, respectivamente. No ano passado, as taxas de desemprego já estavam no nível actual.
De acordo com as estimativas preliminares dos registos de migração, o número médio de residentes da RAEM e trabalhadores não residentes que trabalhavam na RAEM mas viviam no exterior foi estimado em cerca de 109.300 no período de referência. A mão-de-obra total, composta por estes indivíduos e pela população activa que vivia na RAEM (385.600), era de 494.900 pessoas, mais 2.700, face ao período anterior.











