No primeiro trimestre deste ano, o preço médio por metro quadrado das fracções autónomas habitacionais globais foi de 71.859 patacas, o que significa uma queda de 5,5% em comparação com o trimestre anterior, revelou a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).
Os preços médios das fracções autónomas habitacionais na península de Macau (68.043 patacas), na Taipa (78.547 patacas) e em Coloane (76.441 patacas) baixaram 2,6%, 3,6% e 24,5%, respectivamente.
Neste período em análise, foram transaccionadas no total, com base no imposto de selo cobrado, 1.348 fracções autónomas e lugares de estacionamento pelo valor de 5,33 mil milhões de patacas, valor 28,4% mais baixo do que no trimestre anterior.
A DSEC detalha que, entre Janeiro e Março, foram transaccionadas 754 fracções autónomas habitacionais (menos 130, em termos trimestrais) pelo valor de 3,69 mil milhões de patacas (menos 27,4%), das quais 644 eram fracções autónomas habitacionais de edifícios construídos (menos 17,6%) que se cifraram em 3,2 mil milhões de patacas (menos 29%) e 110 eram fracções autónomas habitacionais de edifícios em construção (mais 8), cujo valor foi de 488 milhões de patacas (mais 15,2%).
O preço médio das fracções autónomas habitacionais de edifícios construídos situou-se em 70.768 patacas, menos 5,7%, em termos trimestrais. Realça-se que estas fracções autónomas foram transaccionadas sobretudo na Baixa da Taipa (99), nos Novos Aterros da Areia Preta (83) e na Areia Preta e Iao Hon (55), pelos preços médios por metro quadrado de 77.141 patacas, 92.192 patacas e 63.791 patacas, respectivamente. O preço médio das fracções autónomas habitacionais de edifícios em construção fixou-se em 81.448 patacas, menos 31,2%, em termos trimestrais.
O preço médio por metro quadrado das fracções autónomas destinadas a escritórios (58.652 patacas) diminuiu 10,1%, relativamente ao quarto trimestre de 2024, porém, o das fracções autónomas industriais (34.361 patacas) aumentou 5,5%.











