A Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) divulgou ontem os dados demográficos referentes ao 1.º trimestre de 2024, onde se verifica que a população total de Macau aumentou, “devido à subida do número de trabalhadores não residentes domiciliados em Macau”, justificou o organismo.
Segundo a DSEC, Macau apresentou uma população total de 687.000 pessoas, um acréscimo de 8.200 habitantes em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse aumento populacional é notavelmente atribuído ao crescimento do número de trabalhadores não residentes estabelecidos na região, que alcançou um total de 181.108 pessoas. A distribuição da população por género indica que existem 367.400 mulheres, superando os 319.600 homens, o que corresponde a 53,5% da população total.
Os índices vitais desse semestre mostram uma dinâmica importante. Foram registados 1.709 nascimentos e 1.261 óbitos, reflectindo quedas de 198 e 575, respectivamente, em comparação com o primeiro semestre de 2023. O número de casamentos também apresentou uma tendência crescente, totalizando 1.662, um aumento de 60 em relação ao semestre do ano passado.
Quando se analisam as causas de morte, os tumores foram a causa mais comum, sendo responsáveis por 466 óbitos, seguidos por doenças do aparelho circulatório, com 301 mortes, e doenças do aparelho respiratório, que causaram 218 óbitos. Essas condições representam 37%, 23,9% e 17,3% do total de mortes, respectivamente.
Em termos de movimentos populacionais, notou-se uma redução no número de indivíduos do interior da China que chegaram a Macau com “Salvo-Conduto Singular”, contabilizando 1.571, uma diminuição de 36 em relação ao semestre anterior. Contudo, o número de autorizações de residência concedidas aumentou para 471, resultando num acréscimo de 87.











