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      Polícia afasta possibilidade de crime no caso de morte de uma bebé numa creche na Taipa

      A Polícia Judiciária (PJ) concluiu que nenhum elemento criminal está ligado ao caso de morte súbita de uma bebé de quatro meses numa creche na Taipa. O caso remonta a 19 de Outubro do ano passado e foi ontem adiantada informação nova sobre o caso e respectiva investigação policial, sete meses após o incidente fatal.

      O falecimento da menor causou na altura grandes repercussões na sociedade e a polícia afirmou ter procedido a uma investigação detalhada, incluindo inquirição no local da creche e análise de amostras fora de Macau.

      De acordo com o porta-voz da PJ, citado pelo Jornal Ou Mun, as amostras de sangue da bebé enviadas a um laboratório de Hong Kong para análise, bem como os relatórios forenses, não revelaram quaisquer sinais de ferimentos ou asfixia, nem indícios sobre anomalias como o consumo de substâncias tóxicas por parte da vítima.

      Acrescentou ainda que a investigação sobre o ambiente, as instalações, as medidas de cuidado e o pessoal da creche em causa também excluiu a possibilidade de se tratar de um caso criminal. “Segundo o inquérito, nenhum crime contra a vida ou a integridade física foi cometido no caso, quer na forma intencional ou por negligência por qualquer pessoa”, informou a PJ.

      Recorde-se que a bebé com quatro meses morreu no ano passado na Creche Fong Chong da Taipa. A informação anunciada pela PJ nessa altura apontou que os funcionários da creche repararam que a criança estava com a cara roxa e não tinha reacção após a sesta. A menor foi encaminhada para o hospital onde foi declarada morta, e a família relatou que a filha estava de boa saúde, mas perdeu os sinais vitais antes de chegar ao hospital.

      Em relação à causa da morte da bebé e os resultados constatados no relatório forense, a PJ recusou dar mais informações, justificando que a PJ não tem competência para divulgar o conteúdo do relatório e a causa da morte da menor, uma vez que o incidente não envolve crime, e que PJ é apenas responsável pela investigação da parte criminal do caso.

      O caso e o relatório forense foram já encaminhados para o Ministério Público, indicaram as autoridades policiais.