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      InícioEconomiaPIB deverá crescer 16,8%

      PIB deverá crescer 16,8%

      O Centro de Estudos de Macau e o departamento de Economia da Universidade de Macau (UM) estimam que este ano o PIB de Macau registe um crescimento homólogo de 16,8%. A equipa de investigação diz ainda que a mediana dos salários da região deverá crescer 2,1%.

      A economia de Macau deverá registar um crescimento homólogo de 16,8%, com o PIB a chegar aos 415,3 mil milhões de patacas, o que corresponde a 94,5% dos níveis de 2019. Estas são as mais recentes estimativas feitas pelo Centro de Estudos de Macau e o departamento de Economia da Universidade de Macau (UM), que dizem ainda que as receitas correntes da RAEM deverão ultrapassar os 100 mil milhões de patacas.

      Recorde-se que, nas previsões feitas no final do ano passado, a equipa de investigação estimava que o crescimento económico da região fosse entre os 8,3% e os 21%.

      Segundo um comunicado divulgado na sexta-feira, a equipa de investigação prevê ainda que haja um crescimento das exportações de 23,4% em comparação com o ano passado. Por outro lado, o Centro de Estudos de Macau e o departamento de Economia da UM dizem ainda que a taxa de desemprego global deverá ser de 2,2% ao longo deste ano, sendo que a taxa de desemprego exclusiva dos residentes locais será de 2,8%. Os dados oficiais mais recentes mostram precisamente que a taxa de desemprego está actualmente nos 2,2% e 2,8%, respectivamente.

      A equipa de investigação indicou ainda que a mediana dos salários da região deverá crescer 2,1%, enquanto os preços no consumidor deverão aumentar 1,5%. As previsões sobre os gastos dos consumidores apontam a um crescimento de 4% neste âmbito.

      Os economistas dizem ainda que, com base nos dados económicos mais recentes de 2024, é previsível que “o abrandamento económico na China continental tenha um impacto relativamente pequeno em Macau”, projectando que a entrada de visitantes do interior da China recupere para 90% dos níveis de 2019.

      No final do ano passado, a mesma equipa de investigação previa que Macau enfrentasse incertezas quanto ao desenvolvimento económico do interior da China em 2024: “A contração do mercado imobiliário, bem como a dívida pública e empresarial local, afectarão os rendimentos dos residentes, levando a uma diminuição do seu interesse e poder de compra em viajar para Macau”.

      Há cerca de um mês, uma equipa do Fundo Monetário Internacional (FMI) esteve em Macau para avaliar a situação financeira e macroeconómica local, prevendo que esta crescesse 13,9% neste ano, uma tendência que, na perspectiva dos especialistas, resulta da aposta nos sectores não-jogo e integração na Grande Baía. Os técnicos do FMI indicaram também, na altura, que a inflação no território ao longo deste ano fosse de 1,7%.