A remuneração média dos trabalhadores do comércio por grosso e a retalho cresceu 7,3% em Dezembro do ano passado, em comparação com o mês homólogo do ano anterior. Segundo a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), nesse mês a remuneração média dos trabalhadores deste sector foi de 14.740 patacas.
Nesse mês, segundo a DSEC, houve também um crescimento homólogo na remuneração média dos trabalhadores dos ramos dos transportes, armazenagem e comunicações (21.870 patacas), das actividades de tratamento de resíduos sólidos e líquidos públicos (19.610 patacas) e das actividades de segurança (13.210 patacas), que cresceram 9,6%, 6,5% e 2,6%, respectivamente.
A DSEC diz também que, no fim do quarto trimestre de 2023, o número de pessoas ao serviço do ramo de actividade económica do comércio por grosso e a retalho (68.551) cresceu 4,7%, face ao fim do trimestre homólogo de 2022, realçando-se que o do ramo do comércio a retalho (43.488) aumentou 6%. O número de pessoas ao serviço do ramo dos transportes, armazenagem e comunicações (14.513) também aumentou 3,9%, em termos anuais, porém, o do ramo das actividades de segurança (12.755) e o do ramo das actividades de tratamento de resíduos sólidos e líquidos públicos (919) diminuíram 1,7% e 3,4%, respectivamente.
Por outro lado, no fim do último trimestre do ano passado, os números de vagas dos ramos de actividade económica do comércio a retalho (2.420) e das actividades de segurança (1.418) aumentaram 948 e 307, respectivamente, em comparação com o fim do trimestre homólogo de 2022, “pois a recuperação estável da economia impulsionou o aumento da procura de mão-de-obra”, explica a DSEC.
Em relação aos requisitos de recrutamento, 88,2% das vagas do ramo do comércio a retalho exigiam habilitações académicas inferiores ou iguais ao ensino secundário complementar e 92,5% das vagas do ramo das actividades de segurança requeriam apenas habilitações académicas inferiores ou iguais ao ensino secundário geral. Quanto aos requisitos linguísticos, no ramo do comércio a retalho o domínio do mandarim e o do inglês eram exigidos em 58,7% e 39% das vagas, respectivamente. No ramo das actividades de segurança o domínio do mandarim e o do inglês eram requeridos em 93,1% e 37,4% das vagas, respectivamente.











