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      Ho Iat Seng destaca “intercâmbios bidirecionais” da Associação Geral dos Chineses Ultramarinos de Macau

       

      Na cerimónia de celebração do 55.º aniversário da Associação Geral dos Chineses Ultramarinos de Macau, o Chefe do Executivo exaltou os esforços prestados pelos membros desta organização, e seu papel pioneiro no estabelecimento de laços comerciais com países e regiões ao longo da Rota da Seda Marítima através dos contactos forjados por chineses residentes no estrangeiro.

       

       

      Foi com um discurso carregado de solenidade que Ho Iat Seng assinalou o mais de meio século de existência da Associação Geral dos Chineses Ultramarinos de Macau, louvando o “amor por Macau” que a associação tem demonstrado ao fazer uma integração proactiva da comunidade chinesa ultramarina na sociedade da RAEM.

      “Macau, desde o seu início como porto de comércio, tem sido uma janela para os intercâmbios culturais, económicos e comerciais entre a China e o Ocidente, e os chineses ultramarinos sempre desempenharam o importante papel de elo de ligação entre Macau e o exterior, e de ponte entre a China e o mundo”, referiu. O Chefe do Executivo recordou ainda o processo de abertura da China para o mundo, assinalando o papel central dos chineses que vivem no estrangeiro, para que houvesse mais intercâmbios bidirecionais de, por um lado “expansão para o exterior”, e por outro, de “atrair investimento estrangeiro”.

      Agradecendo o apoio contínuo à acção governativa do Executivo da RAEM, Ho Iat Seng lembrou ainda que, sempre que foi necessário, esta associação incentivou os chineses que residem no estrangeiro a “apoiarem a construção de ‘Uma Faixa, Uma Rota’ e contribuindo para a prosperidade e estabilidade a longo prazo da RAEM”.

      O dirigente quis assinalar que em 2024 a RAEM também terá um aniversário a celebrar, os 25 anos da transferência da soberania do território de Macau, da administração portuguesa para a da República Popular da China. Entretanto, também a Zona de Cooperação Aprofundada, em Hengqin, estará a entrar no seu terceiro ano de funcionamento, recordou. Estas ocasiões, a seu ver, coadunam-se com algumas actividades que a Associação Geral dos Chineses Ultramarinos de Macau estão a organizar por ocasião do seu aniversário. Ho Iat Seng acredita até que estas iniciativas são “de grande importância”, já que permitem que mais chineses ultramarinos vejam a aplicação concreta do propósito “um país, dois sistemas” através do caso de Hengqin, e que estes se desloquem a essa Zona para novas oportunidades de negócios e cooperação. “Actualmente, a construção da Zona de Cooperação já alcançou resultados preliminares, a convergência das regras e mecanismos está a ser impulsionada continuamente, e várias políticas preferenciais foram implementadas e o ambiente empresarial tem sido optimizado”, esclareceu, acrescentando que acredita que o contexto “proporcionará aos empresários chineses ultramarinos um amplo espaço e oportunidades de investimento e de estabelecimento de negócios”.

      Contextualizando os esforços de recuperação pós-pandemia, o Chefe do Executivo destacou que desde o início do ano se tem vindo a lançar uma série de medidas de revitalização da economia, aumento das fontes de turistas, assim como uma promoção do “bem-estar da população”, iniciativas que na sua perspectiva “possibilitaram a recuperação rápida da economia, a estabilidade da conjuntura social e o desenvolvimento constante e saudável em todos os aspectos”.  Ho Iat Seng aproveitou a ocasião ainda para recordar os objectivos “1+4” traçados no “Plano de Desenvolvimento da Diversificação Adequada da Economia da RAEM” para os próximos quatro anos.