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      China pede que se garanta segurança de civis e hospitais em Gaza

       

      A China apelou ontem a que se “garanta a segurança dos civis e dos hospitais” em Gaza e afirmou que vai instar o Conselho de Segurança da ONU a “tomar medidas responsáveis e significativas” para “aliviar a crise”.

      O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Wenbin, condenou em conferência de imprensa “os actos que prejudicam os civis, destroem infraestruturas civis e violam o direito humanitário internacional” e as “violações das regras básicas das relações internacionais”, numa referência aos bombardeamentos israelitas em Gaza na guerra contra o movimento islamita Hamas.

      Wang apelou à “máxima calma e contenção”, a um “cessar-fogo imediato e à cessação das hostilidades” e a que se “garanta a segurança dos civis, hospitais e de outras instalações civis” cuja protecção está prevista na Convenção de Genebra, visando “evitar mais catástrofes humanitárias”.

      O porta-voz recordou que a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou recentemente uma resolução por larga maioria que apela a uma trégua humanitária imediata e reiterou o apoio de Pequim a uma solução de dois Estados para Israel e a Palestina.

      A China vai “fazer tudo o que estiver ao seu alcance para promover a paz na Palestina”, a partir da sua presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU, que assumiu em 01 de novembro, e vai instar o órgão a “tomar medidas responsáveis e significativas” para “aliviar a crise e proteger os civis”, disse Wang.

      Na semana passada, durante uma conferência de imprensa para apresentar o programa de trabalho da presidência rotativa da China, o chefe da missão do país na ONU, o embaixador Zhang Jun, alertou contra qualquer ideia de conceber um futuro para Gaza após o fim da guerra que “não tenha em conta” o consentimento dos próprios palestinianos.

      Questionado se a China pode influenciar as ações do Hamas ou do Irão, Zhang foi evasivo, preferindo declarar que o seu país “não é tão influente” como alguns jornalistas pensam que é.

      No dia 7 de Outubro, o braço armado do grupo militante palestiniano Hamas lançou um ataque em solo israelita que matou mais de 1.400 pessoas. O grupo raptou ainda mais de 200 pessoas, incluindo estrangeiros, que foram levados para o território que controla em Gaza. A retaliação militar de Israel contra a faixa de Gaza causou, desde então, milhares de mortos.

       

       

      Ponto Finalhttps://pontofinal-macau.com
      Redacção do Ponto Final Macau