A 9.ª Feira Internacional de Tecnologia da China (Xangai), que decorreu entre os dias 15 e 17 de Junho, contou com a presença de representantes do Governo e de empresas de Macau. Segundo um comunicado do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), as empresas de Macau conseguiram “grandes resultados” na iniciativa. Na cerimónia de inauguração da feira, Lei Wai Nong, secretário para a Economia e Finanças, reiterou a aposta de Macau no sector da inovação e tecnologia.
Representantes do Governo de Macau e de empresas da região estiveram presentes na 9.ª Feira Internacional de Tecnologia da China (Xangai), que decorreu entre 15 e 17 de Junho. Segundo um comunicado do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), “os representantes de empresas tecnológicas de Macau e Hengqin que participaram pela primeira vez no evento regressaram da Feira com grandes resultados”.
Ao longo dos três dias da feira, nove expositores de Macau e Hengqin apresentaram uma série de produtos e serviços de inovação tecnológica para visitantes de todo o mundo. Algumas empresas de tecnologia e inovação de Macau, juntamente com as do sector financeiro, chegaram a acordos de cooperação preliminares, e planeiam em data posterior os trabalhos preparativos para a celebração de acordos, indicou o IPIM, acrescentando que também aproveitaram esta oportunidade para se inteirarem mais sobre outros colegas da mesma área em Macau. Num só dia, cinco a seis de empresas locais solicitaram o orçamento de produtos, “um cenário impressionante pelo elevado nível de visibilidade de produtos em tão curto espaço de tempo e reforçando a crença que o palco internacional da feira permite uma expansão a nível global”.
A Feira Internacional de Tecnologia da China decorreu entre os dias 15 e 17 de Junho e contou com uma área total de exposição de 35.000 metros quadrados e cerca de 1.000 expositores. Macau e a província de Shanxi foram a cidade e a província convidadas do evento. A exposição contou com cinco pavilhões: pavilhão temático, tecnologia energética de emissões de carbono reduzidas, tecnologias digitais, bio-medicina, novas inovações e serviços. Ao longo do evento, realizam-se uma conferência principal, três actividades temáticas, e cerca de 30 eventos de apoio.
Lei Wai Nong, secretário para a Economia e Finanças, discursou na cerimónia de inauguração, reiterando a aposta de Macau no sector da tecnologia e inovação. Segundo um comunicado divulgado pelo Executivo, Lei Wai Nong assinalou na cerimónia de inauguração da feira que Macau tem participado na construção do corredor da inovação científica e tecnológica da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, com base no desenvolvimento da sua posição como “Um Centro, Uma Plataforma, Uma Base”. Além disso, conta, neste momento, com quatro laboratórios-chave estatais ligados a medicina tradicional chinesa, circuitos integrados, internet das coisas ligada à cidade inteligente e ciência lunar e planetária, com estes laboratórios reúnem-se recursos para produzir resultados de investigação.
No seu discurso, Lei Wai Nong lembrou que o Governo formulou a estratégia “1+4” para o desenvolvimento económico diversificado, uma política que abrange as altas tecnologias, com foco na melhoria do ecossistema de inovação tecnológica, na introdução de talentos na área da ciência e tecnologia, na promoção da cooperação entre as indústrias, a academia e os investigadores, reforçando uma transformação eficaz e ajudando a melhorar e transformar as indústrias tradicionais.
Ao mesmo tempo, Lei Wai Nong destacou que Macau tem trabalhado em conjunto com Hengqin e Zhuhai para expeditar o estabelecimento do “Centro de Cooperação e Intercâmbio de Ciência e Tecnologia entre a China e os Países da Língua Portuguesa”.
Presente na feira que decorreu em Xangai, o secretário garantiu que Macau irá “aproveitar este evento nacional, internacional e profissional para expor a nova face da ciência e inovação em Macau”. Além disso, segundo Lei Wai Nong, Macau “continuará a utilizar vários eventos económico-comerciais para aprofundar a cooperação em áreas de ciência e inovação entre Macau e as províncias e cidades do interior da China, tais como Xangai e Shanxi, assim como países de língua portuguesa e países ao longo de “Uma Faixa, Uma Rota”, de forma a trazer novo ímpeto no desenvolvimento económico”.











