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      Governo prevê menos 500 alunos do 1.º ano do ensino infantil no próximo ano lectivo

      Os anos lectivos de 2021/2022 e de 2022/2023 somam um total de cerca de 5.500 alunos matriculados no 1.º ano do ensino infantil. No próximo ano lectivo, estima-se que haja menos 500 alunos matriculados no mesmo ano de escolaridade. A estimativa foi feita ontem por Elsie Ao Ieong, secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, no hemiciclo.

      “A baixa taxa de natalidade tem sido um problema enfrentado em todo o mundo nos últimos anos, o que afecta, inevitavelmente, a admissão de alunos em escolas”, disse a secretária em resposta ao deputado Lam lon Wai, explicando que, nas últimas duas décadas, registou-se em Macau um aumento do número de recém-nascidos, de 3.100 para 7.300, que entrou actualmente numa fase de declínio. O número de alunos da educação regular também sofreu uma queda, em geral, de cerca de 100 mil para cerca de 70 mil e, gradualmente, tem voltado a subir.

      A secretária salvaguardou que “o mecanismo de ajuste do ensino em turmas reduzidas pode ajudar, na hora certa, as escolas a enfrentarem a mudança no número de crianças em idade escolar e fornecer a flexibilidade necessária para estabilizar a dimensão das turmas”.

      Elsie Ao Ieong apontou que, nos últimos anos, devido à evolução do número de nascimentos, Macau apresenta uma tendência de queda do número de alunos do ensino infantil e de um aumento do número de alunos dos ensinos primário e secundário.

      De acordo os dados preliminares citados pela secretária, relativos à admissão de alunos no 1.º ano do ensino infantil para o ano lectivo de 2023/2024, a maioria das escolas conseguiu manter a dimensão das turmas, em comparação com o corrente ano lectivo e em apenas algumas delas se registou uma redução no número de alunos, devido à taxa de natalidade ou às considerações dos encarregados de educação relativas à qualidade das actividades lectivas.

      A secretária terminou a resposta sugerindo que os residentes e docentes se mudem para Hengqin: “O Governo da RAEM incentiva os residentes a trabalharem e desenvolverem-se na Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin e os docentes de Macau elegíveis também podem leccionar nesta zona, desde que sejam contratados pelas respectivas entidades titulares das escolas”.