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      BNU apresenta lucros não auditados após impostos de 122,4 milhões de patacas  

      Os resultados dizem respeito ao primeiro trimestre deste ano e representam um aumento de 82,5 milhões de patacas em comparação com igual período do ano passado. Essencialmente, o desempenho do BNU foi impulsionado pelo aumento da receita líquida de juros no valor de 68,9 milhões de patacas, devido ao aumento das taxas de juro.

       

      O Banco Nacional Ultramarino (BNU) revelou ontem, em nota de imprensa, que apresentou um “crescimento forte” dos seus resultados líquidos no primeiro trimestre deste ano, com lucros não auditados após impostos na ordem das 122,4 milhões de patacas, um aumento de 82,5 milhões em comparação com o mesmo período de 2022.

      Refere a mesma nota que o desempenho do BNU “foi impulsionado pelo aumento da receita líquida de juros de 68,9 milhões patacas ou 40,6% em comparação com o primeiro trimestre de 2022, devido ao aumento das taxas de juro”. No entanto, acrescenta o banco de matriz portuguesa, “a receita líquida de taxas e comissões para o trimestre diminuiu em 5,5 milhões ou 19,5%” em comparação com o mesmo período temporal do ano passado e “permaneceu estática em relação ao trimestre anterior, reflectindo o tempo para recuperação da economia global”.

      Ainda durante os primeiros três meses do ano, o BNU reconheceu “uma imparidade em crédito e investimentos financeiros no valor de 18,4 milhões”, que representa “uma redução em relação aos 34 milhões do primeiro trimestre de 2022”. Refere a nota de imprensa que a redução “foi principalmente devida a uma redução de imparidades em investimentos financeiros”.

      Por conseguinte, as despesas operacionais do banco subsidiário da Caixa Geral de Depósitos (CGD) foram 2% menores do que no primeiro trimestre do ano passado, “em grande parte devido às iniciativas de redução de custos, que compensaram o aumento dos investimentos com a digitalização”. “Esses investimentos visam melhorar a experiência do cliente e aumentar a eficiência interna. Para melhor atender os seus clientes, o BNU iniciou a renovação de duas agências, incluindo a agência sede, que se tornou mais moderna, interactiva e alinhada com o novo paradigma bancário”, considerou o banco.

      Ao mesmo tempo, a agência em Hengqin “continua a atender às necessidades financeiras de investidores de Macau e Hong Kong, incluindo indivíduos e empresas, visando o crescimento e a integração financeira da Grande Baía e da Zona de Cooperação Aprofundada Guangdong-Macau em Hengqin”. O BNU já por diversas vezes referiu que, especificamente falando, a agência naquela zona “visa reforçar a conexão entre a China continental, Macau e países de língua portuguesa, fornecendo vários produtos financeiros e ajudando a construir uma economia mais diversificada”.

      Por último, o BNU destaca ainda na mesma nota de imprensa que mantém uma sólida taxa de solvência de 23,7% (no primeiro trimestre de 2022 foi de 22,2%), “muito acima do requisito regulatório mínimo de 8%, e mantém altos níveis de liquidez”. “Os resultados do BNU no primeiro trimestre deste ano e o seu compromisso contínuo com os seus clientes e stakeholders, demonstram a sua força e resiliência num ambiente económico de alta volatilidade”, conclui o banco, acrescentando sentir-se “muito honrado” por, em Janeiro, ter sido distinguido pela RAEM com a Medalha de Honra – Lótus de Prata.